Coisas para saber sobre caras nos relacionamentos

Minha mãe me contou a verdade sobre a "morte" do meu pai

2020.10.15 18:19 oVitor05 Minha mãe me contou a verdade sobre a "morte" do meu pai

Desde que me lembro, sempre fomos só eu minha mãe. Um pelo outro. Meu pai, segundo a história que minha mãe me contava, era um cara bem alto q a amou assim como amou a notícia de que seria pai. Não me lembro bem da história de como eles se conheceram, mas está fresca a história de como eles sempre estavam juntos, tanto que minha mãe começou a estudar numa escola próxima ao trabalho dele (mesma escola que estudo hoje). Mas depois de meu nascimento eles só se afastaram e perderam contato. Quando tinha 6/7 anos, lembro de minha mãe me informar que meu pai havia falecido, que ela tinha se encontrado com uma moça que ainda tinha contato com ele e que essa moça tinha passado a notícia. Como eu era muito pequeno, não tive reação alguma, também porque não tinha imagem alguma de meu pai na cabeça, não me lembrava dele e não tive convivência. Mas claro que a ciência de "meu pai está morto" estava e esteve em mim por muito tempo. Ela disse que ele morreu de parada cardíaca depois de ter um choque térmico. Agora, 11 anos após receber a notícia, comecei a fazer terapia psicológica, graças ansiedade que acredito que minha mãe mesmo me fez desenvolver, após algumas seções minha mãe foi comigo para conversar com a minha psicóloga. Foi uma conversa só entre minha mãe e a doutora, fiquei quieto a maior parte do tempo. Depois dessa seção minha mãe agendou a sua própria terapia tanto psicóloga quanto psiquiátrica. Depois de alguns dias, comecei uma conversa sobre o dia da morte de Ayrton Senna, perguntando se ela lembrava como foi, onde ela estava e tal. No decorrer da conversa, fiz perguntas sobre o dia da seção que fizemos juntos, pois ela havia dito a psicóloga coisas que nunca havia me dito. Coisas como:"Eu me afastei do (insira nome de seu pai) porque tinha medo do V (eu) gostar mais dele do que de mim". Ela me confirmou e me convidou para sentar mais perto dela. Ela ficou com a voz mais fina e olhava pouco em meus olhos. Ela começou a falar e em minha mente só vinha "eu não sou fruto de traição, eu não sou fruto de traição." Infelizmente o que eu não desejava, ela me confirmou. Ela não imaginava que meu pai já havia um relacionamento, nem menos outros filhos, já que eles estavam sempre juntos, viviam grudados. Ela me disse que foi a encontro da mulher de meu pai e que ela disse que desejava o mal dela e meu. Foi aí que minha mãe se afastou e só voltou a ter contato com o homem no dia de meu nascimento, convidando-o para assistir o parto, mas ele disse que não pudera ir. Depois minha mãe disse a ele para me registrar, coisa que ele fez, tenho o nome do ser do RG. Depois me explicar isso tudo, minha mãe disse também que meu pai, diferente do que ele me disse a 11 anos atrás, não está morto, pelo menos não que ela saiba. Eu fiquei meio desorientado, mas ela me explicou que fez isso porque meu pai, segundo ela, não me merece, e que ele não quer saber de mim (ela não disse nada disso de uma forma agressiva). Disse também da conversa que ela teve com ele, conversa essa que ela o revelou que estava grávida, coisa essa que minha vó a dizia que era possível, graças a um acidente que minha mãe veio a sofrer quando pequena. Meu pai ficou meio indignado porque ele acreditava que minha mãe não podia engravidar. Ela me contou que ele sugeriu o aborto, coisa que ela negou, e me disse que jamais passou por sua cabeça realizar. Eu juro que a entendo, eu a perdoei e a amo muito, ela vai fazer a terapia e acredito que teremos um relacionamento melhor. Obrigado pela leitura, precisava desabafar, sem julgamentos, pode deixar sua opinião sem ofender-me ou a minha mãe (meu pai sim, aquele safado). Muito obrigado.
~V
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2020.10.14 19:38 igorgom3s Desabafei pro meu melhor amigo que gosto dele e pedi pra ficar com ele.. +18a

Eae galera entao, sou novo aqui e esse e meu primeiro post. Recentemente a uns 3 meses eu conheci um menino (q vamos chama-lo de J). Quando eu vi ele pela a primeira vez eu ja meio q gostei dele, e entao investi na amz pra la na frente tentar algo com ele. Só que oque eu nao poderia imaginar é que nossa amz cresceu mt rapido, e hj ele e como um irmao para mim um irmao mais novo q nunca tive. E minha mente ta uma bagunca de sentimentos.
Vou explicar um pouco sobre minha sexualidade. Eu nao consigo ainda saber oque sou, tipo gosto de mulheres, pretendo ter um relacionamento ao ponto de construir uma familia e talz... Mas tem vezes que gosto de meninos, mas nao qualquer um. Sou gordinho e sempre fui, e sempre que vejo um gordinho tipo eu eu acabo olhando de outra forma (tenho mais atracao por esse tipo de pessoa). ja tive relacoes com ambos. Mas nao me relaciono com a pessoa do mesmo sexo se nao conheco a pessoa ou se nao tenho o minimo de afinidade. Nao me vejo namorando uma pessoa do mesmo sexo, ao ponto de morar junto e viver junto. A nao ser que eu AMO de mais essa pessoa, que esta sendo o caso com esse J. Cara se alguem souber oq sou agradeco kkkkkkk.
Mas no decorrer da nossa amz eu me apaixonei por ele, pelo o seu jeito simples e humilde de ser, pela as suas brincadeiras... enfim. kkkkk Quando eu estou com ele eu me sinto o maximo, ele é meu porto seguro. Quando ele veio em casa a primeira vez, conversamos mt, zuamos junto e em um desses momentos ele sentou no meu pc e foi jogar um jogo... entao pedi para mecher no celular dele e sem querer querendo eu vi um nuds no cell dele e pronto. Fiz de tudo para pegar aquele nuds pra mim e deixar guardado. E fiquei pensando cmg mesmo se ele era.
No passar dos dias e semanas juntos a nossa amz foi crescendo rapido e cada vez mais, comecei a ficar com crises de ansiedade por ter medo de perde-lo, medo de perder nossa amz. Quando me dava essas crises eu ficava ruim, nao conseguia dormir e quando estava com ele ficava na bad, triste. Ele até tentava me ajuda conversando e me incentivando maaaas o medo era maior. Era uma inseguraca de nao ter mais ele. Sentei com ele e disse tudo q estava sentindo, disse q estava com medo de perder ele por saber oque ele significava pra mim, o quanto eu gostava dele como amg (nao disse q realmente gostava dele). Ele foi super amigo e disse para eu ficar tranquilo que nossa amz por parte dele nunca ia acabar pq eu tambem significava mt pra ele.
Com o passar do tempo isso uns 2 meses, tive momentos incriveis com ele, brigamos por coisas bestas, choravamos nas brigas, mas sempre se resolvendo. Mas foi crescendo dentro de mim um sentimento chato por assim dizer. Quase em todo os momentos junto com ele eu sempre me imaginava sendo algo alem de um amg, me imaginava tendo momentos quentes com ele. Não podia brincar com ele de lutinha q ficava com um Tzao do caralho ao ponto de ter que sair de perto pra ele não perceber. Mas não podia falar isso para ele por ter medo de perde-lo.
Um belo dia a noite dps de passar o dia inteiro com ele triste, resolvi abrir o jogo.. resolvi fala pra ele o pq que eu ficava triste do nada, ficava fechado. Disse tudo oque estava sentindo por ele e o quando ele mexe cmg. Mais uma vez ele foi super compreensivo e me disse que ele não curtia, disse que não ia rolar. Mas que me entendia, entendia q sentimento a gente não escolhe com quem vai ter. Também disse que nossa amz continuaria a mesma.
Comecei a gostar mais ainda dele, o jeito dele de ser, cara isso mexe cmg. A humildade dele a carisma, a inocencia dele, enfim. Hoje eu ja não tenho mais esse medo de perde-lo, medo da nossa amz acabar. Mas é eu pesar naquilo.. ou sonhar com aquilo... nos dois juntos. Fico mal, triste... meu dia acaba. Ontem acordei um caco, pra baixo, e fiquei o dia inteiro pensando em uma forma de falar pra ele que queria ficar com ele. Queria fala pra ele tentar pelo menos uma vez... dar uma chance.
Não consegui falar em palavras isso pra ele, entao escrevi um puta texto e mostrei pra ele no meu celular, disse pra ele ler até o fim e me dar a resposta. No texto eu dizia o quanto ele realmente mexe cmg e que tenho esses pensamentos e sonhos que acaba cmg. Pedi pra nos tentermos fazer algo.. relacionado a sexo, para que eu realmente enxergasse de vez oque sinto por ele, se e só tzao ou amor.
Ele leu o texto todo e me chamou pra conversar, disse novamente o quando eu significo pra ele e que ele não quer me perder, mas disse não a respeito do meu pedido. Disse novamente que não gostava que não tinha atracao e que me entendia. E bom mais uma vez eu to um lixo, pq eu realmente gosto dele realmente queria mt ter algo com ele seja so momentania... prazer... ou algo duradouro.
Desculpe pelo o jeito q escrevi... esta sendo tudo novo isso que estou passando com ele... essa explosão de sentimentos. Não quero perde-lo de jeito nenhum e não me vejo sem ele nos momentos felizes e tristes. Mas tambem não quero sobrecarregar nossa amz, não quero ficar mais triste cmg e na presenca dele... não quero que ele se canse cmg. Mas tambem não sei oque faco para tirar de vez esses pensamentos chatos q tenho.
obrigado por lerem ate aq. se quiser me ajuda com algo serei mt grato
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2020.10.06 12:20 internalerrorfixed Me relataram ser vítima de um estupro e não sei o que fazer

Trabalho em uma farmaçia e parte do meu trabalho consiste em atender fornecedores pelo telefone. Há 27 dias eu atendi uma ligação, sempre bem educado, e a vendedora depois falar o "script" dela, perguntou minha data de nascimento e acabou pedindo meu contato pessoal. Resolvi passar porque não tinha motivos para não fazer. Talvez era alguém querendo algum tipo de ajuda, dúvida, e que ali na hora não queria perguntar ou estava com vergonha. Mas achei muito estranho perguntarem a data de nascimento, nenhum vendedor nunca fez isso.
Quando cheguei em casa lá estava um áudio com uma voz muito mais linda do que eu lembrava no telefone, comecei a conversar só pra saber o que a pessoa queria. Não tinha foto no perfil, sou feio e tenho vergonha de mim mesmo, mas ela queria saber como eu era. Sempre desconfiado, porque não me perguntava nada, não falava do trabalho, só parecia querer conversar mesmo. E eu conversava, escutava, enviei uma foto. Ela sempre mandava foto, vídeo indo caminhar, dirigindo, voltando da igreja, tudo numa boa. Uma pessoa linda, até demais, pra estar interessada em mim.
Continuo desconfiado, vou atrás de redes sociais, vejo que está participando até de concurso de beleza, crio expectativas mesmo sabendo que não tenho nada a oferecer. Lá vi que faltava poucos dias para o aniversário dela, no dia do aniversário dela espero dar meia noite, mando um vídeo todo envergonhado parabenizando ela, tenho problemas de autoestima então fica tudo bem cringe.
Ai ela começa dizer que queria me conhecer pessoalmente, me liga perguntando se pode vim na minha cidade (moramos há 160km de distância mais ou menos), mas estava tudo acontecendo muito rápido, peço pra ter calma, pra irmos nos conhecendo melhor, até porque até esse ponto as conversar eram bem casuais, eu pouco sabia sobre ela.
Ela saiu com a mãe dela pra comemorar, me manda foto e vídeo com a mãe dela, mas depois relata que achou que seriam só elas duas, mas que a mãe chegou com um rapaz e que ela não gostou dele, diz que "ele tá me testando", pergunto que tipo de teste e ela não responde.
Depois ela comenta que estava muito triste e só queria que eu estivesse lá pra poder dar um abraço nela no dia do aniversário, que tinha sido horrível sair com a mãe, que segurou choro a noite toda, que ela só queria me conhecer no dia do aniversário dela mas que parecia que eu não tinha gostado da ideia. Ai eu abaixo a guarda e crio expectativas, passo a conversar de uma forma mais carinhosa.
Pergunto sobre relacionamento e ela diz que terminou há pouco tempo, mas já estava há um tempo querendo terminar, e não dá mais detalhes. Volto a fuçar as redes e descubro que o intervalo entre o fim de um namoro de 2 anos e começar a conversar comigo é menos de 2 semanas. Volto a ficar triste e desconfiado por ser o consolo de alguém que só quer um relacionamento rebote, e que provavelmente depois de ajudar e reerguer essa pessoa, ela vai só virar as costas e voltar pro ex, que é bem mais bonito do que eu. Mas como ela sempre elogiava meu bom humor, minhas boas sacadas, acabo acreditando nessa de que talvez caráter e conteúdo se sobressaia.
Nesse ponto já estávamos conversando há umas 2 semanas, tentando encaixar uma data no final de semana pra nos conhecermos. Marcamos então para 3 de outubro, eu iria na cidade dela, 160km numa CG 150 pra conhecer alguém da internet numa cidade que nunca fui. Conversamos todos os dias por ligação, ligação de vídeo, falando sobre vida, trabalho.
Faltando 5 dias pra data que combinamos, numa ligação, ela me diz que alguém do trabalho dela arrumou alguém pra ela sair e ela aceitou, mesmo sem nunca ter conhecido a pessoa, disse que sentiu nojo, mas saiu. Beleza, racionalmente falando ela está solteira e faz o que quiser da vida, mas sinto uma falta de respeito do caralho fazer isso.
Ai eu comento sobre ela no trabalho, de forma bem rasa, e começam as histórias de pessoas que sumiram, foram roubadas, abusadas nessas de conhecer alguém pela internet. Decido investigar mais. Facebook, instagram, tiktok, facebook de todos os familiares, irmão, tio, primo, prima, mãe. Vejo que já foi casada (encontro um processo de divórcio) e que o requerente em questão foi o ex-marido. Nessa, já vejo que nos últimos 4 anos ela se casou, ficou 2 anos casada, separou, já engatou um namoro de mais 2 anos e menos de 1 mês depois já está me chamando de amor. Isso aos 24 anos de idade.
Desanimo total, decido parar de conversar e puxar assunto, levo muito a sério relacionamento e ela parece só querer aventuras. Sexta, sábado e domingo se passam. Sábado é o dia que eu iria lá. Ela nem questionou se eu iria ou não, parece não fazer muito caso, fico feliz, era o que eu queria, só me afastar e esquecer ela.
Ontem no horário do almoço dela, me manda uma foto com a cara inchada e de choro. Escrevo um texto dizendo pedindo desculpas, falando que tinha investigado a vida dela e dos familiares por medo de ir lá e acontecer alguma coisa, mas que não daria certo, que tenho coisas pra resolver antes na minha vida, mas que gostava dela, desejo sucesso e felicidades, algo pra terminar na amizade mesmo, num clima bom.
Ela responde que gosta da minha sinceridade, mas que nunca tinha pedido pra eu ir lá, e que o motivo do choro dela era algo muito pior que tinha acontecido domingo, que não conseguiu dormir, acordava chorando e gritando e pensou em me ligar, mas que bom que não tinha feito isso porque eu não me importava com ela. Que se eu fosse bom em investigar, que encontrasse quem seguiu, violentou sexualmente e bateu nela.
Ai eu desmontei, dor na barriga, tremedeira, ânsia de vomito, não sabia o que falar, aliás estou sentindo isso agora só de escrever e lembrar. Olhava pra tela do celular e não sabia o que digitar, só pensava nela sozinha em casa podendo fazer alguma besteira.
Eu jamais imaginaria que algo assim tivesse acontecido, mas ai já era tarde, ela só sabia falar que eu não me importava com ela, que era melhor assim mesmo, me afastando, e eu querendo demonstrar que mesmo não querendo um relacionamento, me preocupava sim com a vida de outra pessoa. Começou a falar que está cansada de ser julgada, que antes estava em um relacionamento abusivo, que hora eu era muito legal, mas hora eu julgava ela demais, que não era pra ter pena se nem intenção de conhecer ela eu tinha e que só queria uma amizade sincera.
Pergunto se ela está bem, se está com alguémm, responde que está em casa com medo, sozinha, com medo de ir trabalhar. Pergunto se ela conversou com alguém sobre isso e diz que não, falo pra deixar eu pelo menos escutar ela, que poderia falar o que fosse e eu ia dar suporte para o que precisasse, só que ai ela volta a discutir sobre eu parar de falar com ela, que não tinha motivo pra confiar em mim e que eu não gostava dela.
Confesso que usei de chantagem, que se não falasse comigo eu entraria em contato com a mãe e/ou irmão pra contar aquilo que ela estava me falando pra poderem ajudar ela, que se eu não conseguisse ajudar, iria encontrar alguém que consegue. Meu maior medo nesse momento era dela fazer alguma besteira, suicídio ou me bloquear e sofrer sozinha. Já estava procurando sobre o que fazer numa situação dessas na internet, o que falar, o que fazer, mas é tudo resumido em não culpar a vítima (óbvio, nunca faria isso) e escutar, mas como escutar alguém que não tem mais vontade/confiança de falar com você?
É isso, não sei como/o que/quando/quem falar, se acredito nisso ou não. Só quero o bem dela, mas não sei o que é o certo a se fazer. Jamais me perdoaria de "abandonar" alguém numa situação assim, mas sei que eu não sou a pessoa certa pra ajudar, que a família seria a melhor opção. Preciso de ajuda.

Update: ela disse que conversou com alguém do trabalho e essa pessoa marcou médico pra ela. Elogiei, disse que era bom que ela conseguiu conversar com alguém, e que seria ótimo também ir na delegacia da mulher pra relatar o crime. Enviei o link do CVV - Centro de Valorização da Vida, disse que lá ela teria pessoas mais instruídas pra conversar, de forma totalmente anônima e que iriam ajudar ela se precisasse. Terminei com um "boa noite". Ela respondeu com um "Obrigada" e "Boa noite". Considero minha parte feita, não vou mais mandar mensagem. Sendo verdade a história do estupro, ela agora vai receber ajuda de quem pode ajudar mais do que eu. Sendo mentira, conseguiu estragar um dia da minha vida me sentindo mal e quase vomitando de ansiedade, mas vou sobreviver e ter história pra contar, e até evitar futuros problemas semelhantes.
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2020.10.05 21:37 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 22:19 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos.Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 21:42 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.29 17:05 Vedovati_Pisos Marketing Digital para Academias: Dicas para conquistar e fidelizar alunos

Com tantas opções de academias, fica realmente difícil se posicionar no mercado e atrair novos clientes. Neste post, trago algumas estratégias de Marketing Digital para conquistar e fidelizar clientes.
Os motivos pelo baixo número de matrículas ou pela desistência são muitos e seria impossível destacá-los um por um. No entanto, as estratégias que cito abaixo abordam as situações mais comuns que ocorrem nas academias.
Levando em consideração o fato que sua academia já possui uma boa estrutura, boa localização e de preferência um estacionamento – aprenda, no parking, no business (sem estacionamento, sem negócios) – vamos falar dos principais pontos a serem implementados para sua academia atrair e reter pessoas, pois nada adianta receber um grande número de matrículas e no outro mês perder metade dos alunos.
Digo boa estrutura, pois é o básico para dar suporte total aos alunos, a boa localização é um requisito importante, mas caso não seja um ponto forte, podemos contornar com uma boa estratégia de localização por meio da Internet, já o estacionamento é um plus que sua academia deve oferecer para facilitar a vida dos alunos.
Seja Encontrado (Conquistar)
Parece óbvio, mas muitos não fazem. Utilizar o Google como fonte de pesquisa é que o várias pessoas interessadas no seu negócio estão fazendo todo dia, toda hora, inclusive agora. São cerca de 16,5 milhões de pesquisas mensais relacionadas à ginástica, fitness, musculação, pilates etc. Se você não está inserido nesse meio, você está perdendo milhares de oportunidades. Então vamos ao que interessa.

Como ser encontrado?
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A Internet é fonte de informação e as pessoas buscam o tempo todo por respostas para suas dúvidas. Imagine quantas buscas existem sobre o tema “emagrecimento”. No site da sua academia, crie uma área para inserir conteúdo. Esta área funcionará como um blog, onde semanalmente ou diariamente, você irá fornecer informações relacionadas ao seu negócio. Aqui não há propaganda, não há venda, apenas informação.
Seu possível cliente quer informações e, quanto mais você der, maiores são as chances dele aderir ao seu negócio. O cliente precisa se sentir seguro da compra, por isso ele busca informações. Vamos a um exemplo. Uma pessoa está buscando um local para praticar exercícios físicos, então ela que saber qual o melhor esporte para ela, quantas horas ela deve praticar, entre outras questões. Neste momento ela não está buscando preços, nem equipamentos, ela quer informação. No momento que ela se sentir segura, ela vai até a academia e faz a matrícula. Não espere mais para ativar seu site e seja encontrado quando procurarem pelo seu negócio.
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Minha dica é, se sua academia já tem uma marca conhecida, vale a pena focar no tráfego segmentado (blogs e fóruns fitness), caso esteja dando os primeiros passos, tráfego indiferente (sites de download, de música, de filmes) pode ser uma boa opção. O Google Meu Negócio também é uma excelente ferramenta para ser encontrado e é gratuito. Lembra do ponto “localização” que falei no começo do artigo? O Google Meu Negócio vai te ajudar e muito.
Seja Diferente (Conquistar)
Primeira coisa, não se diferencie da concorrência pelo preço. Você deve ter muito mais a oferecer do que uma “pechincha”, o que pode até causar uma má impressão do seu negócio. Segundo, tenha um diferencial que seja realmente relevante para o seu público. De nada adianta super equipamentos, se não existem instrutores capacitados para guiar seus alunos. Tenha um diferencial claro e passe isso na hora de divulgar sua academia.
Tenha um Site Vendedor (Conquistar)
Agora que você já tem tráfego e possui um diferencial claro, vamos converter seus visitantes em clientes. Para aprofundar sobre o assunto Conversão é necessário um post completo que será produzido mais adiante, mas adianto pontos necessários para transformar seu site em um site vendedor.
Deixe clara a sua mensagem
Apesar do conteúdo que falamos anteriormente não citar preços e planos, seu site precisa deixar claro que por trás de toda a informação, existe uma empresa e que você vende algo, caso contrário o visitante sentirá enganado no momento que você tentar oferecer seu serviço.
Facilite o contato
Quem nunca entrou em um site e ficou perdido buscando telefone ou e-mail para contato? Por incrível que pareça, este é um erro comum do mundo digital. Para facilitar o contato do seu possível cliente, deixe fácil um telefone para contato ou um formulário de contato. Nada de formulário gigantes com nome, endereço, cpf, nada disso. Seja o mais simples possível no momento de colher os dados. Apenas o e-mail é essencial.
Guie seu visitante
Leve seu visitante até a parte principal do seu site, a área dos planos. A navegação deve ser fácil e seu site deve sempre levar o usuário à parte que mais lhe interessa. Quando o usuário entra no seu site ele quer saber de cara seu preço, para depois ver se compensa. Daí você tem 2 opções, mostrar o preço logo de início, fazendo o cliente optar se deve continuar ou não ou mostrar todas as vantagens do seu negócio através de um conteúdo detalhado e no final apresentar o preço ou até mesmo criar um vídeo, onde no final você vai apresentar seus planos. As duas formas são válidas e vão depender da forma que deseja trabalhar.
Crie um relacionamento (Fidelizar)
Outro ponto que parece óbvio, mas poucos fazem. Criar relacionamentos é difícil, muitas vezes por questões culturais do empreendedor. Vamos aos fatos, cliente entra na academia, você cria um bom relacionamento com ele, resultado: cliente satisfeito e fidelizado. Parece simples e realmente é, o problema é que poucos fazem. Por um lado isso é bom, pois agora você tem uma vantagem competitiva.
E como fazer para criar relacionamentos com seus clientes utilizando estratégias de marketing digital? A dica de ouro é: E-mail Marketing.
E-mail não está ultrapassado e sabendo fazer não será considerado Spam. Então, como fazer?
1 - Crie uma lista– No momento do cadastro peça o e-mail do aluno e faça uma planilha com todos matriculados
2 - Peça autorização para enviar e-mails– É aqui que você vai ter autorização ou não dos seus alunos para enviar conteúdo.
3 - Envie conteúdo interessante– Nada de enviar promoções e “panfletos digitais”. Isso é chato e pode ser visto como Spam. Escreva algo que realmente seja importante para o seu cliente. Dê dicas de alimentação, métodos de treino, melhores suplementos e mais uma infinidade de assuntos. Mas lembre, tenha bom senso e não envie e-mail diariamente. Um e-mail a cada 4 dias é o suficiente para manter seu aluno bem informado e satisfeito.
4 - Pergunte– Relacionamentos são diálogos e não monólogos, por isso peça a opinião e escute seus clientes. Envie e-mails com questionários curtos sobre melhorias na academia ou alguma pesquisa que esteja querendo fazer.
5 - Escute (Fidelizar)
Puxando o gancho no ponto anterior, escutar seus clientes é um fator importantíssimo para saber se você está fazendo certo ou errado. Já ouvi relatos de alunas que saíram da academia porque eram assediadas pelo professor. Pesado, mas acontece. A melhor maneira de descobrir isso é criando um formulário no seu site para reclamações e sugestões.
Você também pode implantar uma caixa de sugestões na sua academia, mas muitos veem como perda de tempo, pois acham que ninguém vai ler, por isso é seu dever deixar bem claro que faz parte dos valores da sua empresa levar a sério a opinião dos clientes.
Personalize (Fidelizar)
Esta dica é matadora e é aqui que iremos oferecer ao cliente exatamente o que ele necessita. Existem pessoas que frequentam a academia durante anos e nunca receberam um atendimento diferenciado e, por conta disso, recorrem a outra academia.
Mas na sua academia será diferente. Você DEVE tratar seus clientes de forma diferenciada, pois cada um tem um objetivo diferente. Existem várias formas de personalizar seu serviço, mas essa parte criativa vou deixar com você, vamos citar alguns pontos que você deve seguir.
• Cliente VIP– Todo mundo gosta de ser tratado de forma VIP, por isso crie um cadastro VIP para seus clientes especiais, aqueles que trazem mais retorno para o seu negócio. Os clientes VIP terão vantagens extras, como treinamento personalizado, dicas exclusivas, entre outros benefícios.
• Programa de Fidelidade– O programa deve ser muito mais do que um programa de descontos. Deve oferecer benefícios reais e que sejam de interesse do aluno.
Falamos aqui sobre alguns pontos cruciais para se ter sucesso no seu negócio e aumentar os lucros da sua academia. São coisas fáceis de serem implementadas e podem começar logo que você terminar de ler este artigo.

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2020.09.25 22:10 AJGolias Prazer em provocar Parte 2

Para contextualizar aqui esta a primeira parte do relato.

À algumas semanas estamos trabalhando a toque de caixa, devido a pandemia os estagiários foram dispensados, então o serviço debruçou sobre nos...
Como relatei em outra postagem, estava em grande duvida se minha chefe estava me provocando, por um tempo me afastei e dediquei ao trabalho, mas ela continuou indo ao trabalho da mesma forma usual de sempre, eu apenas me mantive distante, ate a decisão da empresa em demitir os estagiários e agora divide a sala eu a chefe e uma supervisora.
A supervisora ja é uma mulher de mais idade, tem seus cinquenta e poucos anos, mas pelo que vemos foi uma mulher bem vivida, inclusive ela conta coisas que ela fez na adolescência em Niterói-RJ e isso acabou abrindo a janela para de vez em quando elas relatarem aspectos da vida pessoal e amorosa.
Agora a pouco conversando com ela, ela me perguntou sobre a chefe... "AJ e você e a chefe, como é o relacionamento de voces"
respondi que era meramente profissional, ela riu e disse "disso eu sei, mas o que voce pensa dela"
pensei em relatar o ocorrido mas não disse nada, apenas falei "ela é um mulherão da porra né? sorte do homem que navega nestes mares" eu aproveitei o ponto e perguntei.... "porque, ela falou algo de mim?"
ela riu, olhou para os lados e disse, "foi porque um dia ela me perguntou algumas coisas sobre voce", então perguntei sorrateiramente "quais coisas".
"ela me perguntou como é seu relacionamento com outras funcionarias, se você é mais saidinho, ou introspectivo, ela me contou que te viu umas vezes olhando para o decote dela, rsrs eu falei que todos os homens do andar ja devem ter olhado, ela tem um corpo bonito ne AJ"
concordei com a cabeça, fiz uma cara de "é pois é ne?" então vi ali a chance de tirar mais umas informações.
"homem é difícil né? tem dia que a gente tenta disfarçar mas não dá" foi então que ela soltou.... "eu acho que ela gosta que você olhe pra ela...segunda feira quando vc soltou aquele "nossa" ela ficou bem mais radiante o dia inteiro.
Nessa segunda que ela relatou ela veio com uma saia... um salto não muito alto, e uma camisa social que estava bem mais solta do que o normal, cabelos amarrados apenas por um coqui.. e o oculus, nem preciso relatar aqui o que esse tipo de vestimenta faz com um homem.... neste dia foi quase impossível não olhar o decote e a saia que ela estava usando que estava justa, mas não vulgar, e provavelmente ela não estava de calcinha, porque não marcava....deus que bunda linda, quando ela entrou na sala eu soltei um "nossa" que eu queria ter dito a mim apenas mentalmente mas escapou.
Na hora do almoço decidi pedir alguma comida e comer ali mesmo, para minha surpresa ela fez o mesmo, só que eu fiquei na varanda do escritório, e ela na copa, depois disso decidi ir ao terraço para fumar um cigarro, sentei acendi, e fiquei olhando para aquele sol escaldante que estava fazendo... de repente a porta abre, e la vem ela de cabelo solto, senta do meu lado e fala...."que coisa feia menino, fumando... vou contar pra todo mundo (maioria das pessoas do escritório não sabem que eu fumo, e fumo raramente) então ela me pediu um trago tirou os pés do salto, ABRIU MAIS DOIS FUCKING BOTOES DA CAMISA DANDO PARA VER ATE A PARTE INTERNA E PARTE DO SUTIAN, nesta hora eu quase engasguei com a fumaça, fiquei de todas as cores possíveis, acho que ela viu e disse, "me desculpe AJ, mas esta muito calor, mas nessa idade você já viu mulheres com decotes né?" e riu... ali conversamos um pouco sobre as coisas do trabalho, sobre estarmos trabalhando muito, mas eu não conseguia não olhar para os seios dela, maravilhosos, e ela tinha uma marquinha de bronzeamento, decidi ser um pouco mais saidinho e disse, "e pelo jeito a senhorita estava pegando um sol né?" ai ela "eu não sou tão fã não, mas este aqui ficou bom" pensei que ela iria dar uma puxada na camisa pra eu ver mas não fez, comecei a ter uma ereção então levantei com a desculpa de esticar um pouco, só que ela disse que era uma boa ideia, chegou ate o parapeito e deu uma alongada, ali na minha frente, descendo mais do habitual vi todo o decote, depois ela ficou de costa e alongou de novo, nessa hora dei uma respirada funda.... e ela riu e disse, "AJ, você não anda vacinando não?" entendi a referencia e disse... "tem umas coisas que não importa o quanto de remédio você tome, nunca será o bastante" então ela falou que tendia a concordar comigo. e que poderia ser males sociais da pandemia, aproveitei o gancho e fui saber mais sobre a historia dela, ela não se abriu tanto mas disse que tinha arranjado um "boy magia" mas ela achava que não tinha futuro, quase perguntei o motivo de ela separar, mas decidi deixar para outra ocasião, então ela sentou, fiquei olhando para aquele decote por alguns breves segundos antes de ela fechar o decote e colocar o sapato e ajeitar o coque, então fomos voltar ao escritório, quando o elevador chegou ela disse, "entre primeiro" achei estranho e fui... então ela falou, não vou ficar importunando o seu subconsciente, nesta hora tive a redenção e disse... "too late my lady, too late" ela abriu um sorriso de estranhez mas com satisfação apertou o numero pra descer, o que ocorreu é que ali estava com uma ereção monstra, e comecei a suar... então ela me perguntou se eu estava bem, eu disse que estava, e quando olhei para baixo, minha calça estava marcada grotescamente por causa da ereção, ela viu, fez uma cara de satisfação e disse... olha você esta precisando urgentemente de diversão... e deu uma risada gostosa, chegou no andar falei para ela apertar o botão S1 da garagem porque não poderia entrar ali daquela forma, ela apertou o botão e desembarcou... e eu fui para a garagem.... chegando na garagem pensei seriamente em ir no banheiro que tem ali e fazer 5x1, mas me controlei, respirei, então ela liga falando que podia subir que não tinha quase ninguém no departamento....então voltei ao escritório, o resto do dia ela ficava rindo do nada, com uma cara lerda, e foi embora mais cedo dizendo que precisava ir a academia.....
A supervisora não sabe desse ocorrido, e provavelmente apenas o porteiro viu a gente no elevador....
Ri porque a supervisora soltou um "cavalo amarrado sonha com pastar em local diferente" e realmente é isso, ela realmente gosta de provocar e deve se sentir maravilhosa com tudo isso.....
Assim que aparecer algo relevante eu posto aqui, me desculpem o relato longo, mas é isso ai.
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2020.09.22 19:39 zerasoviet Como se preparar para uma conversa que vai pôr fim a um relacionamento que você quer manter?

Ontem eu havia feito um relato aqui sobre um relacionamento que eu tô tendo com uma menina que, apesar de dizer que me ama e ter dito que me quer por perto, acha que só gosta de meninas (pra deixar claro, eu sou um cara). O fato é que eu amo muito ela, como nunca havia amado alguém antes; uma das pessoas mais incríveis que já conheci. Ela tá passando por um processo de confusão e crise por ter que repensar sua sexualidade, mas percebo que as coisas tão se encaminhando para ela compreender que é lésbica e não bi (Ou temporariamente lésbica, explico mais pra frente). O que acontece é que hoje ela disse que a gente precisa conversar, e eu tenho certeza que é pra gente terminar.
Cara, eu imagino como deve ser fudido perceber que sua sexualidade não tá resolvida. Na verdade, nunca tá, né? A gente pode sempre se surpreender. Mas enfim, esses momentos de crise são fodas, e consigo ver que não tá sendo fácil pra ela. Mas algumas coisas me deixam encabulado, talvez pelo fato da gente aprender a conceber as relações pelo filtro do machismo e, consequentemente, não saber lidar direito com a rejeição. Vamos ao ponto, na primeira vez que ela disse que talvez só goste de meninas - que, por sinal, foi há dois dias - ela também me disse que eu não sou o primeiro cara com quem ela passou por isso, e que quando tá com meninos sente falta de meninas e vice-versa. Mas o que fode minha cabeça nisso tudo é que ela já namorou por muito tempo, mais de um ano, com homens, e pelo que sei não teve nesses relacionamentos duradouros a crise da sexualidade; O que me faz pensar: será que ela realmente gosta de mim? Tipo, se fosse um amor de verdade, a sexualidade não seria um coisa tão grande assim, mas posso estar totalmente enganado. Aí surgem aquelas inseguranças de que eu não sou bom o suficiente, de que se eu tivesse feito algo diferente (não sei o quê) não estaríamos nessa situação; como se a cada passo que eu dou perco ela mais e mais, a gente começa a rever e a duvidar de tudo em nós e na nossa capacidade de amar e se fazer amado.
Enfim, ela vem em casa hoje ou amanhã para a gente conversar. E enquanto aguardo minha ansiedade parece que vai me matar. Eu tô fazendo o exercício de me preparar para o pior e entender que esse é o fim de um ciclo na minha vida, mas lá no fundo tem aquela parte da gente que acredita ilusoriamente que tudo vai dar certo, eu queria poder matar essa parte. É triste, a sensação de incapacidade e o vazio que eu tô sentindo é muito grande, tô perdendo a pessoa que mais amei na vida e não posso fazer nada, só sei chorar. Muita confusão e ideia errada na minha cabeça, por mais que eu pense racionalmente que essas coisas tão fora do nosso controle, não consigo entender certas coisas. Até então nosso relacionamento tava ótimo em todos os sentidos (ele só durou 6 meses), e há dois dias ela me fala isso, sem ter dado nenhuma pista antes. Eu sei que essas coisas não vêm do nada na gente, mas ela fez parecer pra mim que sim, como se tivesse tentado manter isso escondido nela. O que me deixa mais frustado e triste ainda, porque ela escondeu de mim que não tava sendo feliz e me fez acreditar que sim.
Dado tudo o que falei acho que não tem uma resposta pra essa pergunta do título, só me resta aguardar. Mas colocar esses pensamentos pra fora já ajuda a gente e muito. Quero aproveitar pra dizer que vocês dessa comunidade São incríveis, uma rede de pessoas se ajudando de uma forma muito linda. É isso, perdão se o desabafo foi prolixo e insosso. Mas lembremos a importância de passar pelo luto e que na vida nada é pra sempre, que as coisas sempre passa e recomeçar é nossa forma de estar no mundo.
Beijos e abraços!
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2020.09.22 03:02 RickMoraisM Imaginem que uma agência espacial descobrisse que em 20 anos a vida humana e a de outros animais entraria em extinção devido ao impacto de um gigantesco meteoro que provocaria uma drástica mudança ambiental na Terra . Seguem alguns questionamentos ...

Duas considerações antes : suponha que seria impraticável construir qualquer tecnologia que amenizasse o dano, e que não houvesse qualquer alternativa de locomoção em massa para outro planeta .
1- Você acharia ético que os cientistas que descobriram o evento o divulgassem para a mídia ?
2- Se fosse divulgado , como você acredita que as pessoas reagiriam à descoberta ao longo do tempo?
Alguns pensamentos meus sobre : 20 anos é um tempo grande na escala da vida humana . Acho que as reações iriam variar bastante a depender da fase da vida que as pessoas se encontrassem no momento da descoberta . Não que os idosos(60+) não fossem se preocupar , até porque limitar a morte para uma data fixa é mais aterrorizante do que constatar que sua vida vai provavelmente acabar antes do limite . E , além disso , praticamente todo mundo tem um conhecido a quem se tem compaixão. Não se trata apenas de saber que você vai morrer , mas que todos que amamos também vão morrer juntos . Obviamente damos uma importância maior a nós mesmos , e por isso crianças , jovens e adultos teriam um impacto psicológico maior , afinal a probabilidade de eles viverem mais 20 anos é mais alta que a de um idoso.
Eu penso que a morte por eutanásia iria crescer bastante. Provavelmente muitas barreiras éticas relacionadas à morte para aliviar um sofrimento maior seriam superadas, principalmente na proximidade do impacto. Acho que os sentimentos iriam variar muito ao longo do tempo . Nos primeiros meses haveria um grande caos , pânico e , é claro , os negacionistas tentando acalmar o povo - inclusive eles poderiam superar os cientistas na crença popular ,dada a grande dificuldade que temos em aceitar verdades inconvenientes .
Mas como o ser humano não consegue ficar nesse estado por tanto tempo ( creio eu) , aos poucos as pessoas iriam voltar à "normalidade" - como a gente enfrentando a pandemia da Covid . Claro , não seria o mesmo normal , e conforme o tempo fosse passando, a euforia voltaria a crescer , talvez exponencialmente culminando num pico de anarquia no ano do impacto .Nesse cenário penso que as pessoas iriam se arriscar mais. Elas esqueceriam muitos projetos a longo prazo e pensariam mais no presente . Pra quê trabalhar tanto para financiar uma casa cara ? Por que fazer um longo curso chato para ser rico ? O mundo poderia caminhar pra um estado de hedonismo distópico , com muitas pessoas drogadas ou viciadas em qualquer outra coisa , relacionamentos poligâmicos , e violência dos mais diversos tipos.
E quanto ao primeiro questionamento , acho que ele é válido por uma ótica utilitarista . Penso que no geral o sofrimento seria bem menor caso as pessoas simplesmente não soubessem que todas iriam morrer em 20 anos . Por outro lado , só acho ele válido por causa das considerações . Se todas as pessoas soubessem , o mundo iria se empenhar em encontrar uma solução pro problema .( Sei que esse tópico é bizarro mas me veio isso na cabeça e decidi ir digitando hahaah )
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2020.09.22 00:15 zerasoviet Ela disse que me ama mas acho que só gosta estritamente de meninas

Correção do título: é "acha", e não "acho"
Olá! Essa é minha primeira vez fazendo um relato no Reddit, peço perdão se o texto ficar confuso e prolixo. Afinal a situação toda tá confusa pra mim também.
Eu estou ficando com uma moça desde março desse ano. Na verdade, quando nos conhecemos, ficamos pouco tempo juntos presencialmente, pois eu tive que ir para a casa dos meus pais no interior nesse contexto de pandemia e isolamento; já que a faculdade paralisou as atividades etc. Ficamos 5 meses afastados conversando praticamente todos os dias, e mesmo longe um do outro criamos uma conexão muito forte e eu me apaixonei completamente por ela. E o melhor de tudo nesse ponto é que foi recíproco, a primeira vez que a gente disse que se ama foi pelo whatsapp haha. Pois bem, na primeira semana de agosto eu voltei temporiamente pra cidade onde moro, exclusivamente por ela. Estávamos totalmente desolados com o fato de que provavelmente só iríamos nos ver em 2021, e sabe-se lá em qual mês. Então conversamos e planejamos minha vinda pra cá com o mínimo de riscos, pensando na redução de danos nessa furada de quarentena; eu moro só e ela mora a 10 min a pé daqui. E desde então foi tudo maravilhoso, passamos esses dois meses juntos matando toda a saudade, e nosso relacionamento estava ótimo em todos os sentidos, eu já considerava confiante que a gente tinha tacitamente começado a namorar.
No entanto, ontem meu mundo desmoronou. Já na hora de ir pra casa, pois tinha que resolver coisas do trabalho, ela disse que me ama, mas acha que gosta estritamente só de meninas. Até então ela achava que era bi, e jurava que isso tava bem resolvido nela. E o mais foda disso pra mim é que ela já namorou por mais de um ano com dois caras. E por mais que eu saiba que isso não tem a ver diretamente comigo, tendo a ficar paranóico com o fato de ter sido na minha vez que ela se tocou de que não gosta de caras. Eu cheguei a dizer isso pra ela, e o que ela respondeu foi que já falou isso pra outro cara, e que quando tá com meninos sente falta das meninas e quando tá com meninas sente falta dos meninos. Ela aparentemente tá bem confusa e frustrada com tudo isso, mas tô com muitas pulgas atrás da orelha. Tipo, como alguém pode amar você mas pelo jeito não sente atração pelo seu gênero ou meio que se cansou temporariamente do seu gênero??? Nesse mesmo dia a gente chorou, eu só consegui dizer pra ela poucas frases, que queria que ela ficasse bem e se resolvesse e que ia doer em mim pra passar mas que passaria. Tempos depois de lágrimas sem nos olharmos e tocarmos, ela veio até mim e me abraçou, a gente deitou abraçados e nos beijamos. Ela disse que não quer ficar longe de mim. Acabou dormindo aqui, dormimos abraçados e hoje de manhã eu cheguei a fazer sexo oral e ela teve um orgasmo. Mas tem uma coisa muito estranha e quebrada entre a gente agora. Eu tô totalmente confuso, sem saber o que fazer, e isso se intensifica porque ela tá me dando informações que acho serem contraditórias entre si. Me pergunto se ela diz que me ama só por dizer, sem ser de verdade. Também me pergunto se ela só me quer por perto pra servir de muleta emocional dela, ou me deixar em stand by enquanto se decide. E olha, eu consigo imaginar o quanto é difícil pra alguém passar por uma crise com sua sexualidade, mas eu não tenho condições nenhuma de ajudar ela, e nem de ser amigo dela. Eu tô quebrado e frustrado.
Provavelmente volto pro interior na semana que vem, e acredito que não vamos nos falar mais. Eu não sei se ela quer conversar comigo mais sobre isso, ela não é do tipo que se abre assim. Mas eu vou tentar uma conversa final pra gente resolver tudo isso.
Enfim, perdão pelo relato longo, mas me sinto um pouco melhor só de ter colocado isso pra fora.
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2020.09.19 21:37 niallwhore Meu ex namorado estragou tudo e esse foi o maior favor que ele já me fez!

Segura que lá vem o textão com meu relato e uma mensagenzinha motivacional pra quem ta sofrendo por quem não te merece. :}
Esse ano eu conheci um rapaz por quem me apaixonei muito. A gente namorou por 5 meses e tivemos um relacionamento extremamente abusivo: ele me acusava constantemente de traição, não queria passar os finais de semana comigo, me agredia verbalmente, era obcecado com instagram e vivia brigando comigo por coisas fúteis relacionadas a redes sociais, não deixava eu ter amigos, não me avisava com antecedência quando ele ia sair pra visitar a amiga dele, sempre brigava comigo, ficava bravo quando eu comprava coisas pra mim, colocava palavras na minha boca, não confiava em mim nunca, ficou do lado do cara que me abusou psicologica e fisicamente - ao invés de acreditar em mim, ele ficava jogando essa história na minha cara como se eu tivesse culpa, além de tudo ele tinha CIÚMES do cara que me abusou. Enfim, comi o pão que o diabo amassou.
Foram 5 meses levando porrada, até que um dia ele desistiu de mim e terminou comigo. A justificativa dele era que eu ficaria melhor sem ele - ao invés de tentar trabalhar as coisas que estavam ruins, ele decidiu fugir. Ele terminou comigo umas 10 vezes enquanto a gente namorava e depois voltava atrás, mas essa última vez eu fui forte, peguei as palavras dele, aceitei o término e não voltei atrás.
Lidar com esse término tem sido extremamente difícil, porque eu ainda o amo demais, eu sinto falta dele todos os dias. Porém, desde que ele terminou comigo eu me apeguei aos meus amigos que se importam comigo, me reaproximei dessas pessoas e aprendi a ser um bom amigo novamente e estar ali pra eles.
Perder o direito de ter amigos quando eu namorei me fez valorizar muito mais as minhas amizades. É muito ruim e assustador não ter ninguém.
Estou passando por maus bocados, mas eu fico muito feliz de ver que não estou sozinho, sabe? De ter meus amigos e minha mãe me apoiando e me fazendo sentir como uma pessoa boa novamente (porque quando eu namorava ele fazia acusações tão graves sobre mim que saí me sentindo o pior monstro do mundo).
É bom demais desabafar com as pessoas próximas e não ouvir como resposta um “fica tranquilo que vai dar tudo certo” ou não me culparem por estar me sentindo mal e brigarem comigo igual meu ex fazia.
Eu estou podendo jogar videogame de novo, e não fico mais triste de passar os domingos sozinho, porque afinal eu estou solteiro, e ta tudo bem. Além de tudo, todo o espaço vazio que o fim do relacionamento deixou, eu estou usando para desenvolver projetos pessoais e profissionais, inclusive tenho uma amiga que ta me apoiando e me inspirando muito a explorar cada vez mais os meus potenciais.
Meu ex se arrependeu muito de ter terminado comigo e deixou claro várias vezes que faria de tudo pra me recuperar. Ele me disse que mudou, que se voltássemos a namorar tudo seria diferente, etc. Por mais atrativo que isso fosse, porque eu ainda o amava (e ainda o amo), eu fui forte e sempre tentava lembrar de tudo que eu fui forçado a deixar de lado porque ele mandou. Sem contar que o fato de ele ter me culpabilizado e me feito lembrar tantas vezes do abuso que sofri foi algo que eu não consegui perdoar.
Enfim, as semanas foram passando e depois de tantos surtos, indiretas injustas sobre mim que ele ficava postando nas redes sociais, entre outras coisas como o fato de ele ter ido brigar com uma amiga minha porque ela deu unfollow nele no instagram e de ele ter seguido um conhecido meu e dado block nele em sequência, as coisas foram acalmando um pouco. Ele parecia realmente estar mudando, e obvio que isso mexeu com meu coraçãozin de gado.
Embora não tivesse sido o bastante pra eu voltar pra ele, foi algo que me fez não querer afastar e tirar ele da minha vida. Eu deixei uma janelinha aberta pra ele entrar, caso se comportasse. E depois de vários dias que a gente estava se dando bem, eu decidi que iria acompanhar ele em um exame que ele ia fazer e ele falou que queria que eu fosse junto.
Eu fui acompanhá-lo e na hora de ir embora, ele disse que queria voltar pra mim e tal. Então eu conversei com ele durante horas com a maior honestidade sobre tudo que eu tava sentindo, e eu concluí a conversa dizendo a ele que se eu realmente sou o amor da vida dele e se ele realmente estivesse mudando, o tempo eventualmente iria mostrar e a gente iria acabar ficando juntos se fosse para ser. Ele disse que estava disposto a deixar o tempo mostrar que ele estava falando a verdade, então embora a gente não tenha decidido se afastar de vez nem voltar, a possibilidade tava ali no ar caso ele quisesse agarrar.
A conversa foi na quarta-feira. Quinta-feira eu segui no instagram um amigo de longa data com quem eu havia perdido contato. Em um plot twist bizarro, meu ex uma duas horas depois desse follow veio querer tirar satisfação comigo referente a este amigo que eu segui. Sendo que a gente tinha conversado sobre como esse tipo de comportamento dele era nocivo um dia antes.
Mano, eu fiquei puto com ele e me permiti surtar e falar o quanto que ele foi invasivo e o quanto essa situação foi fodida. Eu fiquei tão irritado com o que ele fez que não queria mais falar com ele. Ele me ligou algumas vezes durante a madrugada e mandou inúmeras mensagens implorando pelo perdão. Mas eu precisava ficar sozinho pra processar tudo aquilo.
É, galera, quando a gente ta apaixonado a gente é trouxa o bastante pra se decepcionar com a pessoa mesmo ela ja tendo vacilado com você inúmeras vezes antes.
Beleza né, no dia seguinte descubro que ele seguiu outro amigo meu com quem não tenho mais contato no instagram (e meu ex morria de ciúmes desse menino, porque nós já fomos muito próximos como amigos e tinha algumas fotos com ele no meu instagram). Além de ele ter dado follow no menino, eles trocaram vários likes em fotos. Eu vi aquilo e decidi que iria retirar meu ex das minhas redes sociais, eu chorei muito muito mesmo, mas beleza.
Menos de uma hora depois meu ex começou a me ligar de novo e implorar pra eu conversar com ele, porque ele não iria aguentar me perder e que precisava de mim. Eu primeiro tive que mandar uma foto minha chorando pra ver se ele acordava pra vida de que ele foi longe demais e depois fui bem grosseiro ao pedir para ele me deixar quieto. Ele disse que iria me deixar quieto, mas implorou pra eu não sumir de vez e encerrou com um “te amo, até”.
Depois dessa conversa fui conversar com esse meu amigo que ele seguiu no instagram, e o meu amigo disse que tinha conversado com meu ex pra tirar essa história a limpo (pra ver se ele ainda tava namorando comigo e tals) e meu amigo falou que meu ex disse que já tínhamos terminado e ele não queria mais ter nada a ver comigo. Além disso, meu ex falou sobre mim com deboche pra ele, como se o relacionamento tivesse dado errado e acabado por minha culpa.
Bom, gente, eu tinha tudo pra ficar arrasado com isso tudo, porque uns minutos antes o menino tava implorando por mim enquanto ele dava em cima de alguém que eu conheço e já fez parte da minha vida. Ele me acusou de traição durante 5 meses, e quem se provou um grande mentiroso e um traidor do mais baixo nível foi ele. Ontem eu finalmente entendi que ele tentava constantemente me diminuir e dizer que eu sou péssima pessoa, porque na verdade era ele quem fazia tudo isso e ele só estava projetando essas coisas em mim.
No final das contas, embora eu esteja muito triste, eu estou muito grato por ele ter estragado tudo e ter mostrado quem ele realmente é. Imaginem que merda se eu tivesse acreditado nele e voltado pra ele? Fico imaginando quantos chifres que eu levei durante esse relacionamento e fico muito feliz que todo esse abuso acabou.
Eu não estou contente, mas eu estou extremamente satisfeito que estou aprendendo a viver minha vida sem ele e me recuperando de um monte de merdas que aconteceram na minha vida (até antes mesmo de eu ter conhecido ele) ao lado dos amigos que se importam comigo e da minha família. Estou extremamente carente, mas eu nunca vou me submeter a voltar com alguém que me traiu dessa forma e ter esse conhecimento é tudo de bom, é libertador saber que quem mais apontou pra mim é a pessoa que mais fez as cagadas que falava que eu fazia.
Tudo isso pra eu dizer, meus amigos, que tudo bem sofrer por amor. Sua vida vale muito mais que um relacionamento abusivo ou alguém que te ilude. Se você ta malzão ou malzona porque seu amor te maltrata, te humilha, trai ou mente pra você, aprenda a se amar em primeiro lugar porque você tem potencial de fazer coisas incríveis! Onde há vida, há potencial.
Se você ta se sentindo sozinho se apegue aos seus amigos, se não tem amigos se apegue a sua família. Vai conhecer gente nova, às vezes perder uma pessoa nos faz sentir que estamos perdendo o nosso mundo, mas nós ainda teremos um universo inteiro para explorar.
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2020.09.17 19:47 blastoise2021 Sou gay e estou precisando de ajuda

Vi uma postagem na internet, aleatoriamente, sobre o caso de um menino de 20 anos no Canadá que perdeu sua virgindade com um cara do Grindr. Pareceu muito com a minha história e me atormenta até hoje: Aos 20 anos, em um dia de muito tesão, instalei o Grindr, encontrei um cara, a gente bateu um papo e ele me persuadiu a me encontrar com ele (ele fazia jogos psicológicos sobre não viver a minha vida e essas coisas, ele é psicólogo). Eu aceitei (então teve meu consentimento), ele veio me pegar na minha casa, fomos ao motel e ficamos, doía muito, eu estava com muito medo e tesão ao mesmo tempo, então ocorreu "tudo bem". Uma semana depois fui para a casa dele, já fizemos sexo novamente, porém dessa vez ele ejaculou dentro de mim sem meu consentimento, talvez por saber que eu era virgem. Nessa época eu tinha 0 amigos gays, não tinha muita informação sobre sexo, então confiei nele, aliás nem sabia que existia PrEP e afins. Isso foi em fevereiro de 2018. Em setembro de 2018 eu fiz um exame de HIV, deu negativo. Tive outros parceiros ao longo de alguns meses, novamente em setembro de 2019 fiz outro exame de HIV e deu negativo. Porém, como sou traumatizado por essa minha primeira experiência, as vezes esses pensamentos voltam à minha cabeça e me torturam. Nunca idealizei tirar a virgindade assim, pensei que fosse um momento mágico, mas só me trouxe ansiedade em ter flashes disso. Eu, paranóico, fiz exame de HIV agora em agosto, depois de mais de um ano sem fazer absolutamente nenhum sexo, esse comprei pela internet e fiz em casa mesmo, negativo novamente. Eu fico com bastante medo, afinal, ele gozou em mim sem consentimento, se eu soubesse que ele ia gozar JAMAIS teria deixado... Então... Alguém sabe como eu tirar esses pensamentos ruins da cabeça e parar de pensar que estou contaminado com alguma coisa? Eu fico preocupado, estou totalmente bem, fiz três exames, todos em longos prazos após os relacionamentos e todos deram negativo, mas mesmo assim continuo paranóico, isso é decorrente do trauma da minha primeira vez? Alguém tem alguma dica de como excluir essa minha primeira vez da minha mente e achar que isso nunca existiu?
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2020.09.15 04:31 Humble_Author4284 melhor amigo?

Vai ser um pouco longo, so avisandokk
Bom, tudo começou em 2017 quando eu me mudei de cidade e escola, tudo novo. Mas logo no segundo dia ja consegui fazer amizades e taus com 2 meninas (vamos chama-las de mile e ana) e um menino (vamos chama-lo de gabriel). Eles eram super gente boa e me acolheram da melhor forma possivel.
Em 2018 esse nosso grupinho foi se afastando mais quando a mile saiu da escola e a ana começou a ficar mais com as outras amizades dela, mas isso não impedia da gente ainda se falar. Com tudo isso, naquela epoca eu e o gabriel nos aproximamos muito e faziamos tudo juntos, conversavamos sobre tudo, saiamos juntos, era muito foda ter aquela sensação te ter so eu e ele conversando sobre coisas que so eu e ele entendiamos.
Em 2019 a nossa amizade continuou a mesma, mas começamos a ficar mais junto porque a outra ana mudou de sala para ficar com as amigas dela. A gente tava super de boa com isso e taus, mas a gente começou a se afastar um pouco dela, mas nada impedia a gente de dar um oi pelos corredores.
Em março de 2019 eu tive que voltar para a cidade que eu tinha vindo antes de ir para essa, e obviamente eu fiquei muito abalado pq de tanto eu e o gabriel ficarmos juntos, a gente não se preocupou tanto em expandir o nosso circulo social.
(alguns fatos sobre ele que eu esqueci de citar: ele nunca foi muito de sair de casa e nós íamos call todos os dias depois da escola. Não sei se isso vai fazer alguma diferença no futuro da historia mas fizer ta ai)
Continuando.
Obviamente foi otimo voltar pra minha cidade onde eu ja conhecia muitas pessoas que eu tinha crescido junto, e eu ainda ia estudar na mesma escola que eu tinha estudado no passado, então todos os meus antigos amigos estavam la. Mas como o tempo é foda, tudo muda ne. Algumas pessoas não foram mais as mesmas comigo, algumas foram, mas isso é normal.
Desde o começo quando eu voltei eu me sentia meio deslocado naquele ambiente pois algumas pessoas tinhas novas amizades, e eu sou muito timido pra chegar em alguem e falar um oi (tanto que eu demorei 1 semana pra começar a falar com alguem la e ainda era alguem que eu ja conhecia). Mas sempre que eu chegava da escola eu sempre conversava com o gabriel e desabafavamos sobre como as nossas vidas são solitarias e tristes (draminhas).
A nossa relação continuou assim por um tempo, ate que como o de costume a gente foi se afastando um pouco, mas eu sempre tentava mandar um oi e começar uma conversa (ponto importante que eu sempre que mandava o primeiro oi. ele literalmente só meu mandou 1 mensagem pra conversar pq ele tava entediado)
No começo eu obviamente estranhei pq segundo ele eu era o unico amigo dele (pq ele disse que todas as pessoas que falavam com a gente na epoca não falavam mais com ele). Então na minha mente eu imaginava que eu precisava sempre mandar mensagem pq ele dizia que ngm falava com ele (e eu tbm n).
Com o tempo ele começou a não me responder mais e eu ficava sempre muito incomodado com isso, mas sempre que ele respondia mesmo que só um pouco eu ja me satisfazia e "perdoava" ele (as famosas migalhas).
Eu fui me acostumando com isso por um tempo, até que a quarentena começou e literalmente eu só conversava com 2 pessoas (ele e uma outra amiga de outro estado que não vem ao caso na historia). Ou seja, pra eu manter a minha mente sociavel com alguem eu tinha que depender dele que não me respondia só raramente, e dela que é muito ocupada.
Tinham umas epocas que era quase previsto, quando a gente começava a conversar e talvez ir uma call, a gente ficava nesse fluxo por uma semana mais ou menos, e depois disso eu ja sabia que ele ia ficar um bom tempo sem falar comigo de novo.
Eu sei que você pode estar pensando por exemplo que ele quer espaço essas coisa, e eu sei disso, todo mundo precisa eu respeito, tanto que quando eu sei que ele vai passar esse tempo sem falar eu nem tento mandar. Mas recentemente a gente marcou de ver a minha serie favorita, e na hora que ele aceitou ver eu fiquei na maior euforia do mundo, pq 1- eu consegui convencer ele a falar comigo por um tempo; e 2- alguem no mundo tbm ia conhecer essa serie pq quase ninguem no brasil conhece; e 3- que ele tinha realmente gostado da serie quando eu mandei o trailer; mas voltando.
A gente tinha marcado pro dia seguinte assistir, mas não marcamos a hora, então quando chegou o dia eu perguntei pra ele quando eu poderia ligar pra ele e a gente começar a assistir, mas ai se passaram 1, 2, 5 horas e ele não respondeu, eu pensei q sla, ele tava ocupado ou não poderia ver a mensagem, mas no dia seguinte que eu fui ver, ele tinha visualizado e não tinha falado nada. Eu sei, eu juro que é sla, ele pode não poder assistir naquela hora, ou ate não quisesse mesmo, mas custava pelo menos ele responder "não vai dar"?
Eu tinha aceitado ele não falar comigo por um tempo essas coisas, mas eu realmente tinha ficado muito animado na noite anterior (muito mesmo), e ele só ignorou a mensagem.
As vezes eu penso que ele não precisa mais de mim ou coisa do tipo pq ele me disse que comçou a falar todos os dias com um ex amigo nosso e q ele tava gostando dele, eu ovbiamente fiquei feliz por ele (ate pq os antigos relacionamentos dele não foram uns dos melhores, e aparentemente esse cara tbm tava gostando dele ent eu tava de boa), mas eu só me pego imaginando que agr que ele tem ele ele não precisa mais de mim e taus (pq quando ele me disse que tava gostando dele e que ele tava conversando munto com ele por um tempo foi quando ele comçou a realmente se afastar). Eu não sei.
Eu sei se você conseguem me entender, até eu mesmo to me achando meio deplorável lendo isso, mas eu só queria saber se eu que to enchendo o saco ou as minhas paranoias estão certas.
(Mesmo que doa, se for o caso, me digam se eu to errado, pq eu não consigo me auto julgar sem pensar que é coisa da minha cabeça)
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2020.09.13 22:39 TravsTravinho Por que as pessoas têm medo de assumir um namoro? Por que é tão difícil mergulhar no amor e aproveitar os bons momentos?

Eu (20H) conheci esse menino (19H) no Tinder faz alguns meses, acho que há uns 4 ou 5 pra ser mais exato. Ele é bem bonitinho e é o meu tipo rs, mora em uma cidade que fica meia-hora de estrada da minha. Eu me divido entre morar aqui e em outra cidade (300km de distância) onde faço faculdade, e ele faz faculdade do outro lado do Brasil. Ambos estamos de volta nas nossas cidades natais por conta da quarentena em 2020 e das aulas estarem rolando online.
Nós conversamos alguns dias sem parar por mensagem, eventualmente esquecemos um pouco, mas depois voltamos a conversar por ter dado um segundo match no Tinder, daí fui bem direto, já que nunca consigo um date nesse raio de aplicativo e resolvi chamá-lo pra sair (isso em Julho). Saímos, ele veio pra cá, e como eu tenho carro a gente começou a dar bastante rolê por aqui, e depois eu sempre levo ele de volta na cidade dele, ficamos sempre batendo papo até de madrugada no carro. Contudo, ele não pode ficar aqui em casa e nem eu posso ficar na casa dele, porque ambos estamos ficando na casa dos pais.
A maneira que achamos de ter um momento foi a de irmos para a cidade onde faço faculdade, lá eu tenho minha casa e podemos passar um tempinho mais íntimos. Acho que no nosso quarto date fomos passar uns 4 dias lá. De qualquer forma é meio caro, e pegar um avião pra cidade dele não é uma opção também, pelo menos não agora com o preço das passagens. Normalmente fazemos sexo no carro perto da casa dele, e sim, eu sei, é triste a vida do gay que não pode ter intimidade com alguém.
De qualquer forma toda semana a gente se encontra, ele não tem tanta grana e acaba que eu pago muitas coisas pra ele. Durante o mês de Agosto, entre a viagem pra minha cidade, idas e voltas da cidade dele, restaurantes e gasolina eu acabei gastando 2.100 reais!!! Eu não sou rico nem nada, eu só ganho uma boa bolsa de 1.500 reais pela faculdade, que não tenho usado pra nada esse ano (to na casa dos meus pais desde Março) e tenho um tantão desses meses todos guardado na poupança para viajar ano que vem.
Estamos muito bem até então, passamos noites e noites conversando no Discord, vendo Netflix juntos. Ele já sabe muito sobre a minha vida, sobre meus relacionamentos passados, meus amigos, minha família e eu sei sobre o dele, incluindo o péssimo passado que ele teve com um ex-namorado abusivo. Ele me diz que sempre foi um inocente apaixonado, e se jogou muito facilmente nesse relacionamento com o ex, o que gerou muitos traumas, crises de pânico, rolou traição e mais um monte de coisas bem pesadas que não quero falar aqui.
Eu sou um cara bem de boa, ele diz que eu sou um príncipe, que nunca conheceu alguém que o tratasse tão bem, que fosse tão inteligente, atencioso. Acho que parte disso é que nos meus relacionamentos passados eu aprendi a me importar muito com quem eu amo, e realmente, eu sempre faço muitos elogios pra ele, tento fazer ele se sentir seguro, e por mais que ele tenha dificuldades de acreditar que alguém realmente gosta dele, sempre gosto de afirmar como ele é importante, autossuficiente, e merece tudo de bom no mundo, que ninguém mais pode fazer com ele o que o ex fez. Eu sou o tipo de namorado que mostra o quanto gosta e se importa desde coisas pequenas, como abrir a porta do carro , até imaginar que eu me jogaria na frente de um tiro por quem eu amo, e eu o amo. Amo muito, nunca conheci alguém assim, e eu sei quando é paixão e quando é amor, sou novo, mas eu sempre fui meio precoce rs e precisei amadurecer muito cedo na vida.
Ele disse que me ama primeiro, não sei, eu aprendi a não admitir isso tão cedo, ver onde estou pisando e ver se realmente há reciprocidade. Posso tecer mil elogios mas só digo que amo quando tenho certeza. Tudo parece muito perfeito (exceto pelo dinheiro rs), mas ele não quer namorar, ele tem medo, muito medo. Medo de se entregar e fazerem de novo com ele o que ele sofreu, medo de que algum príncipe como eu resolva mudar meu jeito repentinamente e vire um monstro, usando da dependência emocional dele como arma, chantageando, traindo, etc. Medo de voltar para a cidade da faculdade dele e estar preso em um relacionamento com alguém há quase três mil quilômetros de distância, por mais que eu não veja problema em voar até lá para vê-lo. Medo da palavra “namorado”.
Sério, a gente já faz tudo que um casal de namorados faria, talvez seja meio cedo, mas ele diz que não quer ficar com outras pessoas além de mim, e eu digo o mesmo, ele diz que me ama e que não vê o dia dele sem falar comigo, que não consegue ficar longe de mim por muito tempo e já morre de saudade quando a gente se despede, ficamos conversando no carro, ouvindo música, mostrando qualquer coisa no celular um pro outro até a bateria acabar e perdermos noção do tempo. Já cheguei em casa 5h da manhã uma vez sem saber que horas eram ou por quanto tempo ficamos juntos. Ontem assistimos um filme em call pelo Discord e eu assisti ele dormir por umas duas horas enquanto eu estudava para uma prova que fiz hoje cedo, e quando ele acordou no meio da noite disse que não queria desligar, que queria dormir sentindo como se estivesse comigo, abraçando o travesseiro. Mesmo assim, ele não quer me chamar de namorado.
Mas, se o sentimento que eu sinto por ele é tão bom e puro, se nosso amor é tão saudável e cresce cada dia mais, por que precisamos nos segurar e não nos jogar no amor? Como pode uma pessoa traumatizar outra a ponto de alguém ter tanto medo de uma palavra?
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2020.09.12 00:31 Fast_Individual_4407 Estou em um ponto que não vejo mais nenhum horizonte.

Amorosa,pessoal e profissional... tudo está ruindo. Bom eu no final do ano passado comecei um relacionamento com uma pessoa que trabalhava comigo,a gente já tinha uma amizade mas nunca foi nada além disso até que um dia, em uma festa ela disse que sentia algo por mim, eu sempre tive problemas com relacionamentos e estava fechado pra um novo até pq ela na época ainda estava em um casamento. Mas gostava dela como pessoa e dps dessa conversa algo despertou em mim e comecei a ver ela diferente. Após algumas semanas ela terminou o relacionamento que tinha e começamos o nosso tudo era maravilhoso a gente conversava sobre tudo, o beijo encaixava e tudo fluía bem mesmo ela não morando perto. Até que a mãe dela descobriu e não era muito a favor encarava como se eu tivesse tentando destruir a vida dela com o marido. Quando isso foi aumentando ela desistiu de mim e sumiu, me bloqueou e parou de falar comigo. Eu perdi o chão fiquei sem saber Oq fazer. Comecei a beber e fumar e a vida perdeu o sentido devido mais uma desilusão amorosa. Durante a quarentena, quase fui demitido por conta de cortes de funcionário. Porém me deram férias e eu tentei tirar minha vida, pois sentia um vazio no meu peito. Tive acompanhamento profissional e a presença dos meus pais e bem com o tempo larguei a medicação. Voltei a trabalhar e tudo estava certo. Porém ela (moça do começo da história)voltou, me disse que a mãe dela estava com câncer e que ela viu que a vida era complicada e que sentia minha falta. Que pensava muito em mim.... e eu na esperança de tudo se acertar tentei outra vez me joguei de cabeça. Mas por conta da quarentena a gente não conseguia se ver. Não queria ser o cara chato que fica mandando mensagem e enchendo o saco. E dava o espaço dela, mandava chocolates para falar que pensava nela e que tudo ia passar. Mês passado passei a trabalhar de sábado coisa que não fazia e ter uma cobrança muito maior dentro do trabalho. Fiz aniversário e hoje me cobro muito, sobre tudo que não consegui fazer. Um curso, uma faculdade ou outro idioma. Tentei fazer uma atividade física para pensar em outras coisas, indicação da minha terapeuta. Mas na primeira semana que faço descubro que tenho um problema no joelho e não sei ainda se será necessária cirurgia ou infiltração. A mulher que eu amo perdeu a mãe dela e não responde minha mensagens além de não atender o celular. Acho que ela talvez tenha desistido de mim outra vez. No trabalho amigos meus acharam outras vagas e eu não consigo uma entrevista para tentar algo melhor. Sabe aquele momento que tudo que você tenta da errado ? Ou simplesmente não acontece ? Isso tá rolando agora. Eu odeio minha vida, meu corpo e até alguns dos meus pensamentos. E a vida não tá fazendo sentido pra mim....
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2020.09.09 04:41 kriskastro Cada vez mais quebrado e tentando juntar os cacos

Gente, já li de tudo por aqui e adoro os temas sobre relacionamento. Dessa vez chegou a minha vez de desabafar. : PS: Sorry pelo textão, mas é que eu preciso externar um pouco de tudo pra ver se me serve de alguma coisa.
Já não sou mais um adolescente, mas também não chego a ser já um adulto de meia idade; mas tá perto rs. Tenho 27 anos, já beirando os 28. Nunca engatei definitivamente em um relacionamento sério e nem sei se sou preparado para isso efetivamente, serio mesmo. Minha família é meio fudi* sobre relacionamentos. Pais separados, confusões aqui e ali e até pelo que pude perceber sobre os que estão além dos meus pais, digo tios e tias, a situação não é muito animadora ou exemplar. Enfim, sinto até que de alguma forma por não ter bons exemplos ou referências em casa isso de alguma forma pode ter me afetado, me travado, ou até mesmo me ter deixado com um certo nível de ansiedade/panico. Sei lá. Moro com a minha mãe ainda e meu irmão mais novo.
Sou uma pessoa que simplesmente não sai e resolveu viver isolado na sua própria bolha; diria até que com poucos amigos próximos, digamos assim... (sabe daqueles que você pode literalmente contar com eles para o que der e vier? Pois é.). Já sou formado, pago as próprias contas, ajudo até de certa forma a segurar ainda a estrutura financeira abalada em casa. SIM, meu pai era o provedor do dinheiro como toda "família tradicional" brasileira; mas hoje me dia minha mãe já tem a fonte de renda dela que se complementa com a minha. E meu pai acho que ainda ajuda só por conta do meu irmão mais novo mesmo.
Enfim, sinto que o tempo vai passando e passando e a maneira como eu vivo hoje me incomoda. Não quero ter esse papel de "pai provedor" da família que eu ainda não tive, se é que me entendem. Sinto que preciso mudar e sair dessa zona de (des)conforto, mas ao mesmo tempo vivo um dilema entre a responsabilidade para com aqueles que estão comigo e a vontade de construir algo meu, a minha própria história. Agora assim, sair de casa pra (sobre)viver e ficar a ver navios é foda, até pq a vida sozinho é bad trip total. Nessa parte, já quero introduzir o tema o relacionamento que até então são inexistentes; penso que de alguma forma quando você tem alguém que vale a pena você lutar para que as coisas deem certo, e obviamente a pessoa também queira, de alguma forma os dois conseguem encontrar alguma felicidade em meio a tudo, mesmo diante das dificuldades.
Mas vamos lá que já estou é divagando aqui. Sobre relacionamentos: sou uma pessoa extramente fechada. Não saio. Como disse, sou de poucos ou quase nenhum amigo próximo. Não considero conhecidos ou colegas de trabalho como alguém que se pode contar muito, sabe. Obviamente pra não pirar da batatinha, pelo menos cresci aderindo ao hobby de jogar video games pra aliviar um pouco o estresse e até a deprê - na verdade herdei esse hobby da adolescência e acho que os sentimentos meio depressivos também. Tenho ps4 que mal jogo hoje em dia, mas ainda me divirto um pouco no pc com uma galera muito massa no lol kk. SIM. 27 anos jogando ainda League of Legends. Mas voltando... pra piorar um pouco, tenho de certa forma uma atração, ou sei lá um imã, pra garotas que são bem peculiares, digamos assim.
O meu primeiro contato na adolescência que talvez pudesse ter rendido um relacionamento foi com uma garota que conheci no Tinder. Eu deveria ter uns 17 anos mais ou menos. Nem tinha entrado na faculdade. Ela era gata e inteligentíssima, mas não me recordo o nome dela. Sente o drama: depois de semanas conversando e praticamente se descobrindo quase que nascidos um pro outro, ela me revelou que fazia tratamento para câncer e já faziam anos e mais anos na luta. As fotos dela eram de peruca, sabe. Tanto que depois de semanas ela começou a me mostrar as fotos já carequinha. Ela morava no interior e vinha de tempos em tempos aqui pra cidade fazer o tratamento dela. O namorado dela a deixou depois dessa bad trip. Enfim, um negócio pesadíssimo. Quase como A culpa é das estrelas. : O tempo passou, coisas aconteceram, a vida foi entrando numa velocidade frenética. A faculdade chegou, as provas, os semestres, os estágios, a rotina maluca e simplesmente fomos aos poucos deixando de nos falar e eu simplesmente não sei o final dessa história. Mas me arrependo quase que amargamente de não ter ido conhecer ela pessoalmente independente do desfecho.
Na faculdade, me apaixonei por uma garota. Mas nem vou me alongar muito. A thread da facul: depois de anos estudando juntos, me declarei pra essa garota e para minha surpresa uma amiga nossa em comum também fez a mesma coisa. A garota da história é bi e eu tinha total consciência sobre isso, mas só fiz o que meu coração mandou. Enfim, esse negócio não foi nem pra frente e nem pra trás. Nem eu e nem a nossa amiga em comum ficou/namorou essa garota. Mais uma vez o tempo foi passando e passando... até que terminei a faculdade e até onde tive notícias, hoje a garota que eu era apaixonado está namorando um cara aí. Enterrei esse amor e deixei o tempo cumprir o papel dele. Aconteceram outras coisas na faculdade também entre eu e uma outra miga, mas nem vou comentar pq não vem ao caso, simplesmente não era para ser e pronto e o pior é que até transa sem camisinha rolou kk #medo, mas calma que teve pilula e teste após isso. Então, nada de filhos não programados. Amém.
Após a facul e agora sim em um tempo mais recente. No trabalho, há uns dois anos atrás descobri que uma garota era perdidamente apaixonada por mim. Isso era novidade pra mim que já estava acostumado só com amor não correspondido, mas o drama aqui é que eu simplesmente não sentia a mesma coisa por ela. Olha só que ironia, não? Isso é foda, pq eu sabia como era gostar de alguém e isso não ser recíproco. Mas enfim, a garota foi demitida e com a demissão acho que foi-se qlq esperança de se construir algum amor - isso para os que acreditam que esse trem é construído tijolinho, por tijolinho. Eu só simplesmente não sei como funciona, desculpa.
Há seis meses atrás ou até mais, meu coração resolveu bater mais forte por alguém mais uma vez. Mais uma coisa que simplesmente não sei o pq diabos acontece, mas já aceitei que a vida é assim. Ela é uma colega de trabalho. O tempo passou, ficamos íntimos, conversamos muito, mas muito mesmo sobre absolutamente tudo. Literalmente tudo. A pandemia chegou e até hoje estamos de home office :p. O drama aqui é que eu resolvi me declarar para ela. Abri o jogo. Coloquei as cartas na mesa e joguei para ver o que iria dar. Como resposta tive um surpresa e um desagrado ao mesmo tempo. A surpresa foi em saber que ela se preocupa comigo tanto quanto eu me preocupo com ela, mas amigos... o sentimento que temos um do outro é bem diferente. Infelizmente! Ah e o drama aqui não vou entrar em muitos detalhes, mas a thread só não chega a ser pior do que a minha primeira história e a segunda. Talvez seja pior que a segunda. Envolve uma infância bem conturbada da parte dela, abusos do pai e até relacionamentos abusivos de ex. Mas como disse, não vou entrar em detalhes. Enfim, essa semana tive a noticia de que ela está com um cara ai e é isso, amigos. Mais uma vez quebrei-me em mais um monte de pedaços antes mesmo de saber o que é um relacionamento.
Agora assim, sabe o que é o pior de tudo? A sensação de baixa-autoestima que você acaba criando e acho que até uma certa ansiedade/nervosismo ou sei lá o que. Um sentimento quase como: qual é o meu problema? Será que eu não sou uma pessoa interessante? Estou fora do padrão do que costumam encontrar por ai? Enfim, neuroses que nem vale a pena perder tempo pra não cultivar bad trips. O tempo só vai passando e não há nada que eu possa fazer a respeito a não ser aceitar que as coisas são como são e pronto. E que simplesmente não sirvo para relacionamentos. Talvez isso me conforte de alguma forma.
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2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.08.17 02:59 gimme-that-potato Uma das melhores decisões que tomei foi começar a tomar remédio para depressão

Olá, meus queridos.
Como o título sugere, venho aqui compartilhar minha experiência, pois acredito que possa acabar ajudando alguém aqui. No mais, vou poder pôr algumas ideias em ordem e poder dar uma desabafada. Tentarei ser breve, mas sei que não vai rolar rs, e acredito que meu texto não será tão linear.
O negócio é o seguinte: nunca fui apaixonado pela vida, de modo geral. Sempre fiz minhas coisas e tudo mais, mas essa tendência já me fez ficar para baixo (talvez algumas vezes depressivo) em algumas partes de minha vida. Nada disso me impediu de viver normalmente, sentir alegria, felicidade, paixão, correr atrás do que gosto, etc.
Acontece que ano passado estava em uma época braba. Havia terminado a faculdade, saído do emprego para prestar um concurso que não passei, e estava desempregado. Porra, estar desempregado é foda. A sensação de ficar em casa sem produzir é péssima.
Chegou uma hora que quis me cortar. Nada de suicídio, e nunca acreditei que pudesse fazer isso (apesar de estar com a constante sensação de querer nunca ter nascido), mas não deixa de ser um sintoma bem preocupante. Quando comecei a me dar uns pequenos cortes (escondidos), entendi que era hora de voltar pra terapia. Voltei para a mesma psicóloga que conheço há uns anos e confio bem.
Cabe aqui fazer um parênteses sobre depressão: há vários jeitos de melhorar esta doença. Contudo, tem um estudo recente que analisou a mistura entre dois tratamentos variados (ioga com psicólogo; meditação com psiquiatra; prática de esportes com meditação; etc.), e a melhor combinação de tratamento encontrada foi: acompanhamento psicológico junto com psiquiátrico. Não significa que tem que deixar outros tratamentos de lado, mas essa foi a melhor fórmula comprovada para combater.
Outra coisa: se você quer buscar um psicólogo, o que super recomendo, não importa a linha que ele ou ela segue. Freud, Lacan, Jung... nada disso importa. São ferramentas elaboradas para chegar em um mesmo objetivo. O que importa é você encontrar alguém que você vá com a cara. Alguém que você confie em desabafar. Não adianta conversar com um psicólogo pica das galáxias se você não se sente à vontade com ele.
Enfim. Começando a terapia, comecei a perceber diversos outros sintomas. Já não estava com a mesma concentração de antes. Me perdia no meio de frases. Estava me desconectando do mundo. Até atividades mais prazerosas estavam soando trabalhosas ou cansativas demais para mim. Meu prazer em coisas comuns, como comer algo bom, estava diminuindo. Foi a primeira vez que minha psicóloga sugeriu eu procurar um psiquiatra para me ajudar.
De início me senti mal, pois nunca tomei remédios para a cabeça. Mas depois veio um certo alívio: eu simplesmente estava doente, como uma gripe, e talvez precisasse só tomar um remédio. Você tem ideia de como é um alívio entender que sua mente te prega peças, e o motivo de você estar mal pode ser simplesmente algo fora de seu controle? Como uma mera desregulação hormonal, ou falta de algum receptor no cérebro, algo assim.
Falando com o psiquiatra, ele me passou um remédio relativamente novo, que, a grosso modo, estimula a produção de receptores de certos neurotransmissores na minha cabeça. Em outras palavras, ele estimula o cérebro a "captar mais prazer", ao invés de criar o prazer em si (como uma droga ilícita geralmente faz). Tanto é que é um remédio de tarja vermelha, e que não vicia (apesar de dar efeitos colaterais).
O início do tratamento foi bem ruim. O primeiro efeito colateral era a sensação de estar sonhando, ou na beira de uma grande ansiedade. Como se eu estivesse caindo, mas aquela sensação de "estar caindo" tivesse durando minutos. Isso me fez aprender a deixar rolar, sabe? Eu sabia que era um efeito do remédio, então não podia fazer nada, senão deixar acontecer, seguir com a maré. Eu diria até que eu pude aproveitar minha ansiedade. Sentia que era o remédio que me causava essa aceleração, mas que era ao mesmo tempo ele que me possibilitava ter esse "freio".
Outro efeito ruim foi o sono. Na verdade era mais uma vontade incontrolável de bocejar em si do que sono.
Como um outro possível efeito era falta de libido, óbvio que nos primeiros dias a primeira coisa que fui testar foi a masturbação. Confesso que foi bem difícil chegar no orgasmo, parecia que eu ia criar fogo com as mãos hehe. Por outro lado, um tempo depois minha libido até melhorou, pois minha depressão me fazia não querer buscar sexo. Minha namorada me apoiou durante tudo isso e entendeu, quando conversamos, que o sexo poderia piorar, o que felizmente não ocorreu.
Depois esses efeitos melhoraram (acredito que em até 2 semanas). O de sono e bocejo passou por completo, assim como o da ansiedade. Eu sentia que o remédio era um freio para minha ansiedade. Se eu fosse um carro, era como se o remédio colocasse uma trava na velocidade máxima. Sentia ele me ajudando.
Uma coisa que demorou para melhorar foi meu fluxo intestinal. Estava acostumado a ir ao banheiro todos os dias, às vezes até duas vezes (aqui cabe ressaltar que sou homem e, quando comecei a tomar o remédio no ano passado, estava com 26 anos). O remédio me fodeu com isso. Comecei a passar uns dias sem ir ao banheiro, ou ficar totalmente desregulado. Hoje, meses depois, isso já melhorou 100%.
Umas semanas depois comecei a ter um pouco de insônia, que até hoje vem e volta, mas nada que me atrapalhe.
Mas nada disso chega perto ao que o remédio me proporcionou: a capacidade de sentir prazer banal, no dia a dia, como ao ver um pôr-do-sol, ouvir uma música foda, ou comer algo gostoso. Hoje nem parece que eu tomo remédio. Faz parte da minha rotina: eu acordo, tomo meu comprimido, meu café, e sigo com o dia. Às vezes penso que deveria ter buscado um psiquiatra antes.
Claro que o tratamento é temporário. Eu sinto um pouco de falta de poder "curtir mais minha angústia" quando não tomava remédio, pois isso me ajudava a compor música ou escrever algo. Hoje me sinto melhor sabendo que estou mais pronto para terminar o tratamento (que demora no mínimo 6 meses, se não me engano até 2 anos). Também sei que, se voltar a ficar mal daquele jeito, tenho mais ferramentas para usar ao meu favor.
Se você está mal, não tenha vergonha de procurar um psiquiatra. Não coloque barreiras que não existem. Se você estivesse com febre, você iria no médico. Pode ser que sua depressão seja simplesmente uma reação física de seu corpo, e não uma mera falta de vontade (aliás, acho que nunca é, pois vontade de estar bem todo mundo tem). Até porque, uma pessoa com a vida 100% boa pode sofrer de depressão. Como falei, pode ser por algo idiota, como uma desregulação de seu corpo, algo hormonal, etc.
Pense nos remédios como uma rodinha extra numa bicicleta: ele vai servir de apoio para seu cérebro reaprender a andar sozinho, e, então, quando estiver pronto, vai poder andar ser as rodinhas.
Uma questão é que eu dei sorte. Um dos meu melhores amigos demorou uns bons anos para encontrar o remédio certo para ele. Ele tentou de tudo, várias terapias, e finalmente achou esse remédio (que é o mesmo que o meu, por coincidência), junto uma terapeuta de confiança. O cara até conseguiu assumir ser gay e hoje está namorando e feliz em um relacionamento, o que me deixa muito feliz.
Quando compartilhei essa história com outro amigo, ele confessou que estava tomando remédios para a ansiedade. Ele disse que era incrível poder sentir o prazer do presente ao andar de ônibus.
Comecei um trabalho novo em janeiro, e venho enfrentando altos e baixos por conta do isolamento da pandemia (não estar fazendo exercício vem ferrando com meu corpo). Mas sei que hoje tenho mais recursos para me cuidar. Ainda tomo remédio e faço acompanhamento psiquiátrico, e parei com a terapia pois não queria fazer online, embora eu ache que volte logo menos e faça por videochamada mesmo.
Enfim, espero ter ajudado alguém, ou ao menos estimulado a empatia, caso conheça alguém que esteja depressivo, ou com receio de começar a tomar remédios. Sempre fui muito mente aberta com muita coisa, inclusive terapia e psiquiatria. Mas ainda dava uma julgada com quem "parecia bem" e mesmo assim estava tomando remédio. Hoje vejo isso com mais empatia, pois nem todo mundo que parece bem está de fato bem. Quem sou eu para saber o que o outro sente, quando às vezes nem eu mesmo sei dizer o que sinto...
Se você tem algum amigo com depressão, ofereça seu apoio. Não julgue. Quando puder, insista na amizade. E não vomite suas próprias histórias. Não fale que "é falta de vontade", ou que é "frescura", ou que você conhece um "óleo essencial" para depressão. Às vezes a pessoa só precisa de alguém para desabafar, ou ao menos saber que você está lá para ela (como eu estive para esse meu grande amigo). Apesar de a tristeza poder ser um sintoma da depressão, depressão não é tristeza. Depressão é o oposto de vitalidade.
Por fim, deixo como dica de leitura o que acredito ser uma espécie de "guia definitivo" para a depressão (só não digo "definitivo" pois é uma área da ciência em constante evolução, e, CARAMBA, como eu sou grato por nascer nesta nossa época e não há 50 ou 100 anos, quando havia muito mais estigma e muito menos remédios...). Trata-se do livro O Demônio do Meio-dia, de Andrew Solomon. É um documento jornalístico que conta a história, em primeira pessoa, do escritor e sua luta para entender a própria depressão e a Depressão em si como doença. Nele há muito sobre questões emocionais, como os diferentes remédios funcionam, como a depressão afeta diferentes grupos de diferentes formas, etc. Foi o que me ajudou para ganhar conhecimento e lidar melhor com esse meu amigo (e, depois, lidar comigo mesmo). Esse mesmo jornalista faz um TED Talk muito bom aqui.
Obrigado a quem teve o saco de ler até aqui. Não sei se vou responder todas mensagens, mas tentarei. Se tiverem alguma dúvida, será um prazer tentar ajudar na medida do possível. Um grande abraço e tenha uma boa noite!
Edit: o remédio é Venlafaxina.
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2020.08.09 18:17 pm_me_your_uwus Relacionamento distante com os pais e sentimento de culpa

Eu nunca tive um relacionamento muito afetuoso com meus pais e isso no fundo me deixa muito triste. Meu pai nunca foi um cara muito presente e o relacionamento dele com minha mãe, desde que eu me lembro por gente, foi algo bem tóxico (não fisicamente abusivo, mas tóxico).
Palavras afetuosas, apoio moral, conselhos, não me lembro de algum dia ter tido isso com ele, por consequência nosso relacionamento sempre foi bem distante. Quando tinha por volta dos meus 18 anos (agora estou com 30), meus pais finalmente se divorciaram e ele foi viver a vida dele, e o contato se tornou mais escasso ainda. Hoje em dia nos comunicamos algumas vezes a cada, sei lá, 3, 4 meses? Se muito. E nunca existe assunto, mesmo que eu tente, é sempre o mesmo tipo de conversa, tipo “tudo bem por aí? aqui também” e só. Enfim...
Eu tenho muita inveja de quem tem um relacionamento amoroso com os pais. Eu sempre vi valor nisso, mas o fato de não ter tido isso me faz sentir meio que deficiente, como se parte importante da minha vida estivesse faltando. Não ajuda também o fato de eu ter dificuldades em me relacionar com pessoas em geral, é difícil para mim fazer e manter amigos e por consequência, mesmo que eu tenha noção de que meu relacionamento fraco com meus pais não seja só a minha culpa, não consigo tirar de mim esse sentimento de que, se ao menos eu fosse uma pessoa diferente e eu conseguisse cruzar parte dessa distância que se formou entre nós, as coisas seriam melhores.
Desnecessário dizer, dias como hoje me deixam bem triste... A família nova do meu pai (ele se casou de novo) deu um presente fofo pra ele. O máximo que eu consigo fazer é ligar, dizer feliz dia dos pais e as mesmas palavras de sempre. É, infelizmente não tá tudo bem por aqui, mas pelo menos ele deve estar feliz.
Edit, esqueci de mencionar, agora ele vive em outro estado e meio que está outra pessoa. Muito mais carinhoso e tudo mais. Vive me chamando pra passar um tempo com ele, e as vezes em que fui, ele foi bastante carinhoso (apesar de ainda não saber conversar rs), mas a essas alturas, eu não sei como me sentir sobre isso. Não é como se anos de negligência emocional fossem desaparecer agora.
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2020.08.07 12:35 my-persona Meu plot twist de ontem e coração partido

Sou mulher, 23 anos e vou ser bem direta: Há 3 semanas terminei um namoro e há 2 comecei a gostar de uma menina do meu local de trabalho que aqui vou chamar de Luisa para fins de praticidade. Ela é MT gata, mas tem um jeito todo rebelde. Tipo daqueles jovens de twitter super problematizadores.
Nesta segunda-feira a gente ficou e continuamos ficando até ontem. Eu estava super apaixonadinha. Rolaram MTS carinhos, MT olho no olho.
Ontem, uma amiga minha (que vou chamar de Júlia) ficou brava cmg do nada, falando que todo mundo ia se ferrar se descobrissem que eu estava tendo um relacionamento com a Luísa. Júlia já sabia que eu estava ficando com a Luisa desde segunda.
Esta minha amiga Júlia teve um relacionamento de 5 anos com um cara e agr tá em outro com um outro cara há 2 anos.
Falei pra Luisa que minha amiga Júlia estava brava cmg e Luisa perdeu a cabeça, começou a falar de homofobia, etc etc. Tentei acalmar, falar que essa minha amiga já ficou brava sem motivo nenhum antes e dps ela volta a agir normalmente, de uma hora pra outra.
Luisa foi tirar satisfação com Julia e rolou treta. Uma falando pra outra se enxergar.
Dps disso Luisa me chama numa sala e me manda sentar numa cadeira. Começa a falar sobre como a minha amiga é manipuladora e que eu não sei o real motivo de ela estar tão brava cmg. Meu coração já parou aí.
Luisa falou que era por ciúmes. Beleza, aí eu pensei "Nossa, mas minha amiga deveria saber que eu nunca vou abandonar meus amigos por causa de um relacionamento". Mas o que eu ouvi depois foi a Luísa falando: "A Julia está com ciúmes pq eu fico com ela há 3 semanas. E fiquei com ela terça-feira na escada". Perdi o chão na hora.
Acordei apaixonadinha, fiquei abraçadinha, olhando olho no olho, falando coisas bonitinhas. Dps fiquei triste pq minhas amigas estavam bravas cmg e mais tarde descobri que a única amiga minha que namora (e namora um homem) estava ficando com a menina que eu tava gostando e não podia me falar nada pq ela não tava pronta pra sair do armário.
Às vezes me vem um sentimento de "tem algo de errado cmg pra msm dps de ficar cmg ela ter continuado com a minha amiga" ou "foi pq nosso beijo não encaixava", mas aí paro pra pensar na situação dessa minha amiga que foi jogada pra fora do armário e vejo que nessa história eu fui só coadjuvante. Meu coração ainda tá meio doendo, nunca tinha sentido isso. Mas sei que passa e tenho a responsabilidade de arcar com meus próprios sentimentos e devo amadurecer nas escolhas que faço, com quem e para quem eu quero me entregar.
Mas que ainda tem uma dorzinha no coração, tem.
Edit: podem dar conselhos para eu conseguir digerir melhor essa situação tá, galerinha? :')
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2020.07.30 22:26 Tecnology14 Parece que minha vida está ruindo

Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Minha história é longa e complexa, então vou dividi-la em sete partes.
Para começar, minha família, principalmente minha mãe, são um tanto abusivos, porém nunca percebi isso, pois antes de fazer meus 20 nunca tive contato com o mundo externo. Pois é, eu estudei em escola pública, me relacionei com outras pessoas, mas nunca fui incentivado a correr atrás das coisas, e nunca tive uma demonstração de confiança da minha família dizendo que poderia contar com eles. Minha mãe sempre conduzia conversas desconfortáveis querendo saber tudo sobre minha vida, e aconselhando, de uma maneira que não me deixava confortável, sobre o que fazer, porque meu pai era passivo. Pelo meu pai ser passivo, ela ficava muito frustrada e transferia essa frustração para a gente. Quando questionada, ela inventava justificativas sem pé nem cabeça para o que fazia. Tive algumas brigas com ela, e muitos desacertos. Ela me bateu por conta de guarda roupa bagunçado, porque ela vigiava meu guarda roupa. Me proibiu de certas coisas por conta do meu desenvolvimento, e acabou que me tornei um rapaz medroso, tímido, com desenvolvimento atrasado. Vida sexual? Iniciei com 20 anos apenas. Vida amorosa, só agora aos 23. A igreja logo se tornou um fardo, pois a gente ia, mas tínhamos que nos comportar da maneira que ela dizia que era o ideal. Aprendi a tocar violão, virou um prazer, mas a igreja também é abusiva, logo se tornou um desprazer que eu saí, que logo depois disso, as cobranças para voltar começaram em casa também. Minha irmã sempre apoiou o que ela dizia incondicionalmente. As fofocas dela contra a gente sempre existiram, do tipo, se contassemos algo para ela, ela saia espalhando por aí, ao ponto de humilhar-nos e expor nossas intimidades.
Depois disso, vi uma pontinha do mundo exterior, quando comecei a me abrir para ele. Fiz amigos, conheci pessoas, me forcei a falar com pessoas, porque eu sou do tipo que não puxava assunto, mas ainda era socialmente inepto como sou. O controle da minha mãe dura até hoje. Conheci uma pessoa com o qual quase tive um relacionamento que achava o meu relacionamento com a minha mãe algo totalmente fora do comum, porque eu não ia nos lugares que eu tinha vontade por medo da minha mãe proibir, por medo dela achar ruim. Percebi que eu cresci com medo, e por conta disso essa pessoa foi embora da minha vida. Conheci um dos meus melhores amigos, e até hoje ele me fala isso, pois vivenciou situação parecida. Talvez eu tenha perdido grandes acontecimentos na minha vida por medo. Mas isso mudou...
Conheci uma pessoa maravilhosa, com quem eu namoro hoje em dia. Abracei um pouco a mudança e sai da minha zona de conforto. Pela primeira vez me arrisquei a não ligar para o que falavam comigo ou do que iriam pensar. Vivo momento incríveis com ela e sei que é o tipo de pessoa que tenho que manter por perto por toda a vida. Mas tenho que inserir aqui uma comparação: se as discussões, brigas, repreensões, abusos haviam comigo, se tornaram piores depois que comecei a namora-la, ela já quase desistiu de namorar comigo por conta da marcação da minha mãe e minha irmã. As coisas foram melhorando um pouco em relação a ela, mas minha mãe continuava pegando no pé, e como ela bebia, as coisas eram ainda mais piores. Bêbados são uma merda e falam coisas sem pensar.
Minha mãe virou uma pessoa insuportável depois que começou a beber, falava coisas e não tinha filtro. Afirmava coisas das outras pessoas que ela nem sequer sabia sobre. Meu pai não aguentou, e foi ficando cada vez mais distante até que um certo dia, no primeiro dia que comecei em um novo emprego, ele saiu de casa e não quer mais saber da minha mãe. A vida pra ele melhorou muito, mas essa separação colocou os holofotes todos em mim. Uma vez que ele saiu de casa, minha irmã saiu também para prestar residência médica.
Depois que meu pai saiu de casa, minha mãe começou a ir na igreja novamente e parar de beber. Mas eis a questão, minha mãe já era uma pessoa insuportável antes de beber, e agora que eu namorava, toda semana eu tinha que ouvir falar mal da minha namorada e foram episódios que cada vez mais foram se intensificando. E eu era julgado por querer passar mais tempo com ela. As coisas ficaram ruins de novo a ponto do meu relacionamento quase ruir, de ela querer controlar até quais dias da semana eu passava com ela e falar mal dela na minha cara. Já não bastava quando eu estava presente.
Nessa terça não aguentei. Já estava muito chateado com toda essa situação e minha namorada a ponto de terminar. Foi só minha mãe vir falar comigo de novo, que daí eu estourei. Falei tudo que estava sentindo, porém foi violento e foi uma cena terrível de ser vista e vivida. E a casa enxurrada de palavras no rosto da minha mãe descia uma cascata de lágrimas. Eu estava com muita raiva no momento. No final de tudo, ela se vitimizou, perguntando porque eu estava fazendo aquilo com ela, me chamou de cobra e me mandou sumir ou ela sumia. Fui deitar naquela noite totalmente entorpecido, quando ela teve um surto psicótico de regredir ao momento que eu nasci. Esse surto durou uma hora, mas foi o suficiente. A nora de quem ela tanto falava mal foi a primeira a chegar para me ajudar.
Ela acordou no outro dia péssima, e não quer mais falar comigo. Eu disse tudo que precisava dizer, mas me enchi de culpa e de remorço das coisas que eu precisava dizer. Minha vida com ela está ruindo e acredito que as coisas possam não voltar ao normal, e acredito que não há lado positivo nessa situação difícil.
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