Consulado brasileiro

16775 . Em atenção a diretrizes da Prefeitura de São Francisco e do Governo do Estado da Califórnia, o Consulado está atendendo, de forma presencial e por agendamento, apenas os casos comprovadamente urgentes. Os serviços que podem ser prestados através do correio, continuam a funcionar normalmente. Em casos de EMERGÊNCIA (apenas situações que envolvam risco de vida, doença grave ... Consulado Geral do Brasil em Houston 2018-12-03 15:07:50 ... 1691903. ADDRESS AND MAP. WORKING HOURS. JURISDICTION 17910 OFFICIAL WEBSITE CONSULATE GENERAL OF BRAZIL IN WASHINGTON. ATTENTION: The Consulate General of Brazil in Washington is working under special regime. Please access the guidelines on how to request services by clicking here.. PUBLIC HOURS Consulate General of Brazil San Francisco Address: 300 Montgomery St, Suite 300 San Francisco, CA 94104 Tel: (415) 981-8170 Fax: (415) 598-7230 On Duty: (415) 596-6926 Consulado-Geral do Brasil em Nova York 2020-08-27 15:05:00. 1759501 . INFORMATION ABOUT THE PROVISION OF CONSULAR SERVICES . Walk in services remain INTERRUPTED. Services that require the presence of the person in the Consulate's. facilities require previous VALIDATION AND APPOINTMENT THROUGH . 8765 Address: One Constitution Plaza, Hartford, CT, 06103, ground floor, at the corner of Market and State St. BUSINESS HOURS. Mon - Friday . Due to the CORONAVIRUS all APPOINTMENTS ARE CANCELLED. Given the spread of SOVID-19, effective Monday, March 23, the Consulate General of Brazil in Hartford will only provide emergency services. Consulado-Geral do Brasil no Porto 2020-09-09 09:29:17. 1206862236 . Avenida de França, nº 20 1º andar 4050-275 Porto, Portugal Atendimento ao público segunda a sexta das 9:00 às 12:00. FUNCIONAMENTO __ AGENDAMENTOS __ SERVIÇOS POR CORRESPONDÊNCIA __ Consulado-Geral do Brasil em Atlanta. 14850 2020-09-09 00:03:57. SERVIÇOS CONSULARES . Bem-vindo ao website do Consulado-Geral do Brasil em Atlanta. TELEFONE DE URGÊNCIA DURANTE A PANDEMIA (404) 949-1204. Endereço. 3500 Lenox Road NE, One Alliance Center, Suite 800 Atlanta, GA 30326. 1717825. Informações Gerais (exceto passaporte) +1 (305) 285-6200 (seg. a sex. das 10h às 15h) ou +1 (305) 801-6201 (seg. a sex. das 10h às 17h) ou Consulado-Geral do Brasil em Los Angeles 2020-09-08 15:21:01. 1798956 . 8484 Wilshire Blvd. Suite 300 Beverly Hills, CA 90211 Tel.: (323) 651-2664 Fax: (323) 651-1274. E-mails para contato. Consulados Honorários ⚠️ ...

r/Brasil

2008.02.15 21:22 r/Brasil

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2020.09.17 13:11 modassistente Funcionário brasileiro do Consulado de Moçambique é procurado pela polícia

Funcionário brasileiro do Consulado de Moçambique é procurado pela polícia submitted by modassistente to CPLP [link] [comments]


2020.08.28 06:26 AdenShadows [EUA] Esposa vai viajar com nosso filho de 4 anos, dos EUA para o Brasil. A viagem é sábado e hoje percebemos que o passaporte dele está vencido! Socorro!

Minha esposa irá pela primeira vez com nosso filho de 4 anos. Hoje percebemos que o passaporte dele está vencido.
Eles consegue entrar no Brasil apresentando o passaporte vencido + certidão de nascimento?
Sabemos que para voltar aos EUA, eles teriam problemas, então, eles planejaram tirar o passaporte novo no Brasil durante a estadia. Vai funcionar?
Qualquer ajuda é bem vinda!
EDIT: MUITO obrigado a todos vocês! Conseguimos uma consulta emergencial no consulado brasileiro daqui e emitiram o passaporte brasileiro dele lá mesmo em menos de 30min!
Valeu Brasil!
submitted by AdenShadows to brasil [link] [comments]


2020.08.20 16:30 DiChSz Nacionalidade para filho brasileiro nascido no estrangeiro e não registrado

É o seguinte: minha amiga é nascida na Suíça - filha de uma brasileira e um suíço - e nunca foi registrada na Repartição Consular brasileira.
Pela Constituição são brasileiros natos "os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira. "
Ela tem uma certidão de nascimento que ela mesma retirou em cartório - ou seja, não foi transcrita pelo Consulado:
Registro direto em cartório competente no Brasil
Os filhos de brasileiro(a) nascidos no exterior, cuja certidão de nascimento estrangeira tenha sido transcrita diretamente em cartório competente no Brasil, têm a confirmação da nacionalidade brasileira condicionada, após atingida a maioridade, às exigências de residência no Brasil e opção pela nacionalidade brasileira, a qual deverá ocorrer por meio de ação a ser ajuizada perante a Justiça Federal. O processo, chamado “opção de nacionalidade”, visa somente confirmar o desejo de manter a nacionalidade brasileira, e não representa renúncia a quaisquer outras nacionalidades. Após atingida a maioridade, a condição de nacional ficará suspensa enquanto a opção pela nacionalidade brasileira não for efetuada.
Fonte: http://www.portalconsular.itamaraty.gov.bbrasileiros-natos
Eu entendo que posso ajuizar essa ação de jurisdição voluntária requerendo o reconhecimento da nacionalidade brasileira para ela. Porém eu sei que ela nunca de fato tomou residência no Brasil. Isso é um impeditivo? Alguém aí já fez esse procedimento e pode me dar uma ajuda?
Enfim, qualquer ajuda é muito bem vinda.
Agradeço.
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2020.07.23 10:09 diplohora Mes estudos para o CACD - Bruno Pereira Rezende

Livro do diplomata Bruno Pereira Rezende
INTRODUÇÃO
📷📷Desde quando comecei os estudos para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), li dezenas de recomendações de leituras, de guias de estudos extraoficiais, de dicas sobre o concurso, sobre cursinhos preparatórios etc. Sem dúvida, ter acesso a tantas informações úteis, vindas de diversas fontes, foi fundamental para que eu pudesse fazer algumas escolhas certas em minha preparação, depois de algumas vacilações iniciais. Mesmo assim, além de a maioria das informações ter sido conseguida de maneira dispersa, muitos foram os erros que acho que eu poderia haver evitado. Por isso, achei que poderia ser útil reunir essas informações que coletei, adicionando um pouco de minha experiência com os estudos preparatórios para o CACD neste documento.
Além disso, muitas pessoas, entre conhecidos e desconhecidos, já vieram me pedir sugestões de leituras, de métodos de estudo, de cursinhos preparatórios etc., e percebi que, ainda que sempre houvesse alguma diferenciação entre as respostas, eu acabava repetindo muitas coisas. É justamente isso o que me motivou a escrever este documento – que, por não ser (nem pretender ser) um guia, um manual ou qualquer coisa do tipo, não sei bem como chamá-lo, então fica como “documento” mesmo, um relato de minhas experiências de estudos para o CACD. Espero que possa ajudar os interessados a encontrar, ao menos, uma luz inicial para que não fiquem tão perdidos nos estudos e na preparação para o concurso.
Não custa lembrar que este documento representa, obviamente, apenas a opinião pessoal do autor, sem qualquer vínculo com o Ministério das Relações Exteriores, com o Instituto Rio Branco ou com o governo brasileiro. Como já disse, também não pretendo que seja uma espécie de guia infalível para passar no concurso. Além disso, o concurso tem sofrido modificações frequentes nos últimos anos, então pode ser que algumas coisas do que você lerá a seguir fiquem ultrapassadas daqui a um ou dois concursos. De todo modo, algumas coisas são básicas e podem ser aplicadas a qualquer situação de prova que vier a aparecer no CACD, e é necessário ter o discernimento necessário para aplicar algumas coisas do que falarei aqui a determinados contextos. Caso você tenha dúvidas, sugestões ou críticas, fique à vontade e envie-as para [[email protected] ](mailto:[email protected])(se, por acaso, você tiver outro email meu, prefiro que envie para este, pois, assim, recebo tudo mais organizado em meu Gmail). Se tiver comentários ou correções acerca deste material, peço, por favor, que também envie para esse email, para que eu possa incluir tais sugestões em futura revisão do documento.
Além desta breve introdução e de uma também brevíssima conclusão, este documento tem quatro partes. Na primeira, trato, rapidamente, da carreira de Diplomata: o que faz, quanto ganha, como vai para o exterior etc. É mais uma descrição bem ampla e rápida, apenas para situar quem, porventura, estiver um pouco mais perdido. Se não estiver interessado, pode pular para as partes seguintes, se qualquer prejuízo para seu bom entendimento. Na segunda parte, trato do concurso: como funciona, quais são os pré-requisitos para ser diplomata, quais são as fases do concurso etc. Mais uma vez, se não interessar, pule direto para a parte seguinte. Na parte três, falo sobre a preparação para o concurso (antes e durante), com indicações de cursinhos, de professores particulares etc. Por fim, na quarta parte, enumero algumas sugestões de leituras (tanto próprias quanto coletadas de diversas fontes), com as devidas considerações pessoais sobre cada uma. Antes de tudo, antecipo que não pretendo exaurir toda a bibliografia necessária para a aprovação, afinal, a cada ano, o concurso cobra alguns temas específicos. O que fiz foi uma lista de obras que auxiliaram em minha preparação (e, além disso, também enumerei muitas sugestões que recebi, mas não tive tempo ou vontade de ler – o que também significa que, por mais interessante que seja, você não terá tempo de ler tudo o que lhe recomendam por aí, o que torna necessário é necessário fazer algumas escolhas; minha intenção é auxiliá-lo nesse sentido, na medida do possível).
Este documento é de uso público e livre, com reprodução parcial ou integral autorizada, desde que citada a fonte. Sem mais, passemos ao que interessa.
Parte I – A Carreira de Diplomata
INTRODUÇÃO
Em primeiro lugar, rápida apresentação sobre mim. Meu nome é Bruno Rezende, tenho 22 anos e fui aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) de 2011. Sou graduado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (turma LXII, 2007-20110), e não tinha certeza de que queria diplomacia até o meio da universidade. Não sei dizer o que me fez escolher a diplomacia, não era um sonho de infância ou coisa do tipo, e não tenho familiares na carreira. Acho que me interessei por um conjunto de aspectos da carreira. Comecei a preparar-me para o CACD em meados de 2010, assunto tratado na Parte III, sobre a preparação para o concurso.
Para maiores informações sobre o Ministério das Relações Exteriores (MRE), sobre o Instituto Rio Branco (IRBr), sobre a vida de diplomata etc., você pode acessar os endereços:
- Página do MRE: http://www.itamaraty.gov.b
- Página do IRBr: http://www.institutoriobranco.mre.gov.bpt-b
- Canal do MRE no YouTube: http://www.youtube.com/mrebrasil/
- Blog “Jovens Diplomatas”: http://jovensdiplomatas.wordpress.com/
- Comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut (como o Orkut está ultrapassado, procurei reunir todas as informações úteis sobre o concurso que encontrei por lá neste documento, para que vocês não tenham de entrar lá, para procurar essas informações):
http://www.orkut.com.bMain#Community?cmm=40073
- Comunidade “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
Com certeza, há vários outros blogs (tanto sobre a carreira quanto sobre a vida de diplomata), mas não conheço muitos. Se tiver sugestões, favor enviá-las para [[email protected].](mailto:[email protected])
Além disso, na obra O Instituto Rio Branco e a Diplomacia Brasileira: um estudo de carreira e socialização (Ed. FGV, 2007), a autora Cristina Patriota de Moura relata aspectos importantes da vida diplomática daqueles que ingressam na carreira. Há muitas informações desatualizadas (principalmente com relação ao concurso), mas há algumas coisas interessantes sobre a carreira, e o livro é bem curto.
A DIPLOMACIA E O TRABALHO DO DIPLOMATA
Com a intensificação das relações internacionais contemporâneas e com as mudanças em curso no contexto internacional, a demanda de aprimoramento da cooperação entre povos e países tem conferido destaque à atuação da diplomacia. Como o senso comum pode indicar corretamente, o
diplomata é o funcionário público que lida com o auxílio à Presidência da República na formulação da política externa brasileira, com a condução das relações da República Federativa do Brasil com os demais países, com a representação brasileira nos fóruns e nas organizações internacionais de que o país faz parte e com o apoio aos cidadãos brasileiros residentes ou em trânsito no exterior. Isso todo mundo que quer fazer o concurso já sabe (assim espero).
Acho que existem certos mitos acerca da profissão de diplomata. Muitos acham que não irão mais pagar multa de trânsito, que não poderão ser presos, que nunca mais pegarão fila em aeroporto etc. Em primeiro lugar, não custa lembrar que as imunidades a que se referem as Convenções de Viena sobre Relações Diplomáticas e sobre Relações Consulares só se aplicam aos diplomatas no exterior (e nos países em que estão acreditados). No Brasil, os diplomatas são cidadãos como quaisquer outros. Além disso, imunidade não é sinônimo de impunidade, então não ache que as imunidades são as maiores vantagens da vida de um diplomata. O propósito das imunidades é apenas o de tornar possível o trabalho do diplomata no exterior, sem empecilhos mínimos que poderiam obstar o bom exercício da profissão. Isso não impede que diplomatas sejam revistados em aeroportos, precisem de vistos, possam ser julgados, no Brasil, por crimes cometidos no exterior etc.
Muitos também pensam que irão rodar o mundo em primeira classe, hospedar-se em palácios suntuosos, passear de iate de luxo no Mediterrâneo e comer caviar na cerimônia de casamento do príncipe do Reino Unido. Outros ainda acham que ficarão ricos, investirão todo o dinheiro que ganharem na Bovespa e, com três anos de carreira, já estarão próximos do segundo milhão. Se você quer ter tudo isso, você está no concurso errado, você precisa de um concurso não para diplomata, mas para marajá. Obviamente, não tenho experiência suficiente na carreira para dizer qualquer coisa, digo apenas o que já li e ouvi de diversos comentários por aí. É fato que há carreiras públicas com salários mais altos. Logo, se você tiver o sonho de ficar rico com o salário de servidor público, elas podem vir a ser mais úteis nesse sentido. Há não muito tempo, em 2006, a remuneração inicial do Terceiro-Secretário (cargo inicial da carreira de diplomata), no Brasil, era de R$ 4.615,53. Considerando que o custo de vida em Brasília é bastante alto, não dava para viver de maneira tão abastada, como alguns parecem pretender. É necessário, entretanto, notar que houve uma evolução significativa no aspecto salarial, nos últimos cinco anos (veja a seç~o seguinte, “Carreira e Salrios). De todo modo, já vi vários diplomatas com muitos anos de carreira dizerem: “se quiser ficar rico, procure outra profissão”. O salário atual ajuda, mas não deve ser sua única motivação.
H um texto ótimo disponível na internet: “O que é ser diplomata”, de César Bonamigo, que reproduzo a seguir.
O Curso Rio Branco, que frequentei em sua primeira edição, em 1998, pediu-me para escrever sobre o que é ser diplomata. Tarefa difícil, pois a mesma pergunta feita a diferentes diplomatas resultaria, seguramente, em respostas diferentes, umas mais glamourosas, outras menos, umas ressaltando as vantagens, outras as desvantagens, e não seria diferente se a pergunta tratasse de outra carreira qualquer. Em vez de falar de minhas impressões pessoais, portanto, tentarei, na medida do possível, reunir observações tidas como “senso comum” entre diplomatas da minha geraç~o.
Considero muito importante que o candidato ao Instituto Rio Branco se informe sobre a realidade da carreira diplomática, suas vantagens e desvantagens, e que dose suas expectativas de acordo. Uma expectativa bem dosada não gera desencanto nem frustração. A carreira oferece um pacote de coisas boas (como a oportunidade de conhecer o mundo, de atuar na área política e econômica, de conhecer gente interessante etc.) e outras não tão boas (uma certa dose de burocracia, de hierarquia e dificuldades no equacionamento da vida familiar). Cabe ao candidato inferir se esse pacote poderá ou não fazê-lo feliz.
O PAPEL DO DIPLOMATA
Para se compreender o papel do diplomata, vale recordar, inicialmente, que as grandes diretrizes da política externa são dadas pelo Presidente da República, eleito diretamente pelo voto popular, e pelo Ministro das Relações Exteriores, por ele designado. Os diplomatas são agentes políticos do Governo, encarregados da implementação dessa política externa. São também servidores públicos, cuja função, como diz o nome, é servir, tendo em conta sua especialização nos temas e funções diplomáticos.
Como se sabe, é função da diplomacia representar o Brasil perante a comunidade internacional. Por um lado, nenhum diplomata foi eleito pelo povo para falar em nome do Brasil. É importante ter em mente, portanto, que a legitimidade de sua ação deriva da legitimidade do Presidente da República, cujas orientações ele deve seguir. Por outro lado, os governos se passam e o corpo diplomático permanece, constituindo elemento importante de continuidade da política externa brasileira. É tarefa essencial do diplomata buscar identificar o “interesse nacional”. Em negociações internacionais, a diplomacia frequentemente precisa arbitrar entre interesses de diferentes setores da sociedade, não raro divergentes, e ponderar entre objetivos econômicos, políticos e estratégicos, com vistas a identificar os interesses maiores do Estado brasileiro.
Se, no plano externo, o Ministério das Relações Exteriores é a face do Brasil perante a comunidade de Estados e Organizações Internacionais, no plano interno, ele se relaciona com a Presidência da República, os demais Ministérios e órgãos da administração federal, o Congresso, o Poder Judiciário, os Estados e Municípios da Federação e, naturalmente, com a sociedade civil, por meio de Organizações Não Governamentais (ONGs), da Academia e de associações patronais e trabalhistas, sempre tendo em vista a identificação do interesse nacional.
O TRABALHO DO DIPLOMATA
Tradicionalmente, as funções da diplomacia são representar (o Estado brasileiro perante a comunidade internacional), negociar (defender os interesses brasileiros junto a essa comunidade) e informar (a Secretaria de Estado, em Brasília, sobre os temas de interesse brasileiro no mundo). São também funções da diplomacia brasileira a defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior, o que é feito por meio da rede consular, e a promoção de interesses do País no exterior, tais como interesses econômico-comerciais, culturais, científicos e tecnológicos, entre outros.
No exercício dessas diferentes funções, o trabalho do diplomata poderá ser, igualmente, muito variado. Para começar, cerca de metade dos mil1 diplomatas que integram o Serviço Exterior atua no Brasil, e a outra metade nos Postos no exterior (Embaixadas, Missões, Consulados e Vice-Consulados). Em Brasília, o diplomata desempenha funções nas áreas política, econômica e administrativa, podendo cuidar de temas tão diversos quanto comércio internacional, integração regional (Mercosul), política bilateral (relacionamento do Brasil com outros países e blocos), direitos humanos, meio ambiente ou administração física e financeira do Ministério. Poderá atuar, ainda, no Cerimonial (organização dos encontros entre autoridades brasileiras e estrangeiras, no Brasil e no exterior) ou no relacionamento do Ministério com a sociedade (imprensa, Congresso, Estados e municípios, Academia, etc.).
No exterior, também, o trabalho dependerá do Posto em questão. As Embaixadas são representações do Estado brasileiro junto aos outros Estados, situadas sempre nas capitais, e desempenham as funções tradicionais da diplomacia (representar, negociar, informar), além de promoverem o Brasil junto a esses Estados. Os Consulados, Vice-Consulados e setores consulares de Embaixadas podem situar-se na capital do país ou em outra cidade onde haja uma comunidade brasileira expressiva. O trabalho nesses Postos é orientado à defesa dos interesses dos cidadãos brasileiros no exterior. Nos Postos multilaterais (ONU, OMC, FAO, UNESCO, UNICEF, OEA etc.), que podem ter natureza política, econômica ou estratégica, o trabalho envolve, normalmente, a representação e a negociação dos interesses nacionais.
O INGRESSO NA CARREIRA
A carreira diplomática se inicia, necessariamente, com a aprovação no concurso do Instituto Rio Branco (Informações sobre o concurso podem ser obtidas no site http://www2.mre.gov.birbindex.htm). Para isso, só conta a competência – e, talvez, a sorte – do candidato. Indicações políticas não ajudam.
AS REMOÇÕES
Após os dois anos de formação no IRBr , o diplomata trabalhará em Brasília por pelo menos um ano. Depois, iniciam-se ciclos de mudança para o exterior e retornos a Brasília. Normalmente, o diplomata vai para o exterior, onde fica três anos em um Posto, mais três anos em outro Posto, e retorna a Brasília, onde fica alguns anos, até o início de novo ciclo. Mas há espaço para flexibilidades. O diplomata poderá sair para fazer um Posto apenas, ou fazer três Postos seguidos antes de retornar a Brasília. Isso dependerá da conveniência pessoal de cada um. Ao final da carreira, o diplomata terá passado vários anos no exterior e vários no Brasil, e essa proporção dependerá essencialmente das escolhas feitas pelo próprio diplomata. Para evitar que alguns diplomatas fiquem sempre nos “melhores Postos” – um critério, aliás, muito relativo – e outros em Postos menos privilegiados, os Postos no exterior estão divididos em [quatro] categorias, [A, B, C e D], obedecendo a critérios não apenas de qualidade de vida, mas também geográficos, e é seguido um sistema de rodízio: após fazer um Posto C, por exemplo, o diplomata terá direito a fazer um Posto A [ou B], e após fazer um Posto A, terá que fazer um Posto [B, C ou D].
AS PROMOÇÕES
Ao tomar posse no Serviço Exterior, o candidato aprovado no concurso torna-se Terceiro-Secretário. É o primeiro degrau de uma escalada de promoções que inclui, ainda, Segundo-Secretário, Primeiro-
-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda Classe (costuma-se dizer apenas “Ministro”) e Ministro de Primeira Classe (costuma-se dizer apenas “Embaixador”), nessa ordem. Exceto pela primeira promoção, de Terceiro para Segundo-Secretário, que se dá por tempo (quinze Terceiros Secretários são promovidos a cada semestre), todas as demais dependem do mérito, bem como da articulação política do diplomata. Nem todo diplomata chega a Embaixador. Cada vez mais, a competição na carreira é intensa e muitos ficam no meio do caminho. Mas, não se preocupem e também não se iludam: a felicidade não está no fim, mas ao longo do caminho!
DIRECIONAMENTO DA CARREIRA
Um questionamento frequente diz respeito à possibilidade de direcionamento da carreira para áreas específicas. É possível, sim, direcionar uma carreira para um tema (digamos, comércio internacional, direitos humanos, meio ambiente etc.) ou mesmo para uma região do mundo (como a Ásia, as Américas ou a África, por exemplo), mas isso não é um direito garantido e poderá não ser sempre possível. É preciso ter em mente que a carreira diplomática envolve aspectos políticos, econômicos e administrativos, e que existem funções a serem desempenhadas em postos multilaterais e bilaterais em todo o mundo, e n~o só nos países mais “interessantes”. Diplomatas est~o envolvidos em todas essas variantes e, ao longo de uma carreira, ainda que seja possível uma certa especialização, é provável que o diplomata, em algum momento, atue em áreas distintas daquela em que gostaria de se concentrar.
ASPECTOS PRÁTICOS E PESSOAIS
É claro que a vida é muito mais que promoções e remoções, e é inevitável que o candidato queira saber mais sobre a carreira que o papel do diplomata. Todos precisamos cuidar do nosso dinheiro, da saúde, da família, dos nossos interesses pessoais. Eu tentarei trazem um pouco de luz sobre esses aspectos.
DINHEIRO
Comecemos pelo dinheiro, que é assunto que interessa a todos. Em termos absolutos, os diplomatas ganham mais quando estão no exterior do que quando estão em Brasília. O salário no exterior, no entanto, é ajustado em função do custo de vida local, que é frequentemente maior que no Brasil. Ou seja, ganha-se mais, mas gasta-se mais. Se o diplomata conseguirá ou não economizar dependerá i) do salário específico do Posto , ii) do custo de vida local, iii) do câmbio entre a moeda local e o dólar, iv) do fato de ele ter ou não um ou mais filhos na escola e, principalmente, v) de sua propensão ao consumo. Aqui, não há regra geral. No Brasil, os salários têm sofrido um constante desgaste, especialmente em comparação com outras carreiras do Governo Federal, frequentemente obrigando o diplomata a economizar no exterior para gastar em Brasília, se quiser manter seu padrão de vida. Os diplomatas, enfim, levam uma vida de classe média alta, e a certeza de que não se ficará rico de verdade é compensada pela estabilidade do emprego (que não é de se desprezar, nos dias de hoje) e pela expectativa de que seus filhos (quando for o caso) terão uma boa educação, mesmo para padrões internacionais.
SAÚDE
Os diplomatas têm um seguro de saúde internacional que, como não poderia deixar de ser, tem vantagens e desvantagens. O lado bom é que ele cobre consultas com o médico de sua escolha, mesmo que seja um centro de excelência internacional. O lado ruim é que, na maioria das vezes, é preciso fazer o desembolso (até um teto determinado) para depois ser reembolsado, geralmente em 80% do valor, o que obriga o diplomata a manter uma reserva financeira de segurança.
FAMÍLIA : O CÔNJUGE
Eu mencionei, entre as coisas n~o t~o boas da carreira, “dificuldades no equacionamento da vida familiar”. A primeira dificuldade é o que fará o seu cônjuge (quando for o caso) quando vocês se mudarem para Brasília e, principalmente, quando forem para o exterior. Num mundo em que as famílias dependem, cada vez mais, de dois salários, equacionar a carreira do cônjuge é um problema recorrente. Ao contrário de certos países desenvolvidos, o Itamaraty não adota a política de empregar ou pagar salários a cônjuges de diplomatas. Na prática, cada um se vira como pode. Em alguns países é possível trabalhar. Fazer um mestrado ou doutorado é uma opção. Ter filhos é outra...
Mais uma vez, não há regra geral, e cada caso é um caso. O equacionamento da carreira do cônjuge costuma afetar principalmente – mas não apenas – as mulheres, já que, por motivos culturais, é mais comum o a mulher desistir de sua carreira para seguir o marido que o contrário2.
CASAMENTO ENTRE DIPLOMATAS
Os casamentos entre diplomatas não são raros. É uma situação que tem a vantagem de que ambos têm uma carreira e o casal tem dois salários. A desvantagem é a dificuldade adicional em conseguir que ambos sejam removidos para o mesmo Posto no exterior. A questão não é que o Ministério vá separar esses casais, mas que se pode levar mais tempo para conseguir duas vagas num mesmo Posto. Antigamente, eram frequentes os casos em que as mulheres interrompiam temporariamente suas carreiras para acompanhar os maridos. Hoje em dia, essa situação é exceção, não a regra.
FILHOS
Não posso falar com conhecimento de causa sobre filhos, mas vejo o quanto meus colegas se desdobram para dar-lhes uma boa educação. Uma questão central é a escolha da escola dos filhos, no Brasil e no exterior. No Brasil, a escola será normalmente brasileira, com ensino de idiomas, mas poderá ser a americana ou a francesa, que mantém o mesmo currículo e os mesmos períodos escolares em quase todo o mundo. No exterior, as escolas americana e francesa são as opções mais frequentes,
podendo-se optar por outras escolas locais, dependendo do idioma. Outra questão, já mencionada, é o custo da escola. Atualmente, não existe auxílio-educação para filhos de diplomatas ou de outros Servidores do Serviço Exterior brasileiro, e o dinheiro da escola deve sair do próprio bolso do servidor.
CÉSAR AUGUSTO VERMIGLIO BONAMIGO - Diplomata. Engenheiro Eletrônico formado pela UNICAMP. Pós- graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Programa de Formação e Aperfeiçoamento - I (PROFA -
I) do Instituto Rio Branco, 2000/2002. No Ministério das Relações Exteriores, atuou no DIC - Divisão de Informação Comercial (DIC), 2002; no DNI - Departamento de Negociações Internacionais, 2003, e na DUEX - Divisão de União Europeia e Negociações Extrarregionais. Atualmente, serve na Missão junto à ONU (DELBRASONU), em NYC.
2 Conforme comunicado do MRE de 2010, é permitida a autorização para que diplomatas brasileiros solicitem passaporte diplomático ou de serviço e visto de permanência a companheiros do mesmo sexo. Outra resolução, de 2006, já permitia a inclusão de companheiros do mesmo sexo em planos de assistência médica.
Para tornar-se diplomata, é necessário ser aprovado no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), que ocorre todos os anos, no primeiro semestre (normalmente). O número de vagas do CACD, em condições normais, depende da vacância de cargos. Acho que a quantidade normal deve girar entre 25 e 35, mais ou menos. Desde meados dos anos 2000, como consequência da aprovação de uma lei federal, o Ministério das Relações Exteriores (MRE/Itamaraty3) ampliou seus quadros da carreira de diplomata, e, de 2006 a 2010, foram oferecidas mais de cem vagas anuais. Com o fim dessa provisão de cargos, o número de vagas voltou ao normal em 2011, ano em que foram oferecidas apenas 26 vagas (duas delas reservadas a portadores de deficiência física4). Para os próximos concursos, há perspectivas de aprovação de um projeto de lei que possibilitará uma oferta anual prevista de 60 vagas para o CACD, além de ampliar, também, as vagas para Oficial de Chancelaria (PL 7579/2010). Oficial de Chancelaria, aproveitando que citei, é outro cargo (também de nível superior) do MRE, mas não integra o quadro diplomático. A remuneração do Oficial de Chancelaria, no Brasil, é inferior à de Terceiro-Secretário, mas os salários podem ser razoáveis quando no exterior. Já vi muitos casos de pessoas que passam no concurso de Oficial de Chancelaria e ficam trabalhando no MRE, até que consigam passar no CACD, quando (aí sim) tornam-se diplomatas.
Para fazer parte do corpo diplomático brasileiro, é necessário ser brasileiro nato, ter diploma válido de curso superior (caso a graduação tenha sido realizada em instituição estrangeira, cabe ao candidato providenciar a devida revalidação do diploma junto ao MEC) e ser aprovado no CACD (há, também, outros requisitos previstos no edital do concurso, como estar no gozo dos direitos políticos, estar em dia com as obrigações eleitorais, ter idade mínima de dezoito anos, apresentar aptidão física e mental para o exercício do cargo e, para os homens, estar em dia com as obrigações do Serviço Militar). Os aprovados entram para a carreira no cargo de Terceiro-Secretário (vide hierarquia na próxima seç~o, “Carreira e Salrios”). Os aprovados no CACD, entretanto, não iniciam a carreira trabalhando: há, inicialmente, o chamado Curso de Formação, que se passa no Instituto Rio Branco (IRBr). Por três semestres, os aprovados no CACD estudarão no IRBr, já recebendo o salário de Terceiro-Secretário (para remunerações, ver a próxima seç~o, “Hierarquia e Salrios).
O trabalho no Ministério começa apenas após um ou dois semestres do Curso de Formação no IRBr (isso pode variar de uma turma para outra), e a designação dos locais de trabalho (veja as subdivisões do MRE na página seguinte) é feita, via de regra, com base nas preferências individuais e na ordem de classificação dos alunos no Curso de Formação.
3 O nome “Itamaraty” vem do nome do antigo proprietrio da sede do Ministério no Rio de Janeiro, o Bar~o Itamaraty. Por metonímia, o nome pegou, e o Palácio do Itamaraty constitui, atualmente, uma dependência do MRE naquela cidade, abrigando um arquivo, uma mapoteca e a sede do Museu Histórico e Diplomático. Em Brasília, o Palácio Itamaraty, projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1970, é a atual sede do MRE. Frequentemente, “Itamaraty” é usado como sinônimo de Ministério das Relações Exteriores.
4 Todos os anos, há reserva de vagas para deficientes físicos. Se não houver número suficiente de portadores de deficiência que atendam às notas mínimas para aprovação na segunda e na terceira fases do concurso, que têm caráter eliminatório, a(s) vaga(s) restante(s) é(são) destinada(s) aos candidatos da concorrência geral.
O IRBr foi criado em 1945, em comemoração ao centenário de nascimento do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira. Como descrito na página do Instituto na internet, seus principais objetivos são:
harmonizar os conhecimentos adquiridos nos cursos universitários com a formação para a carreira diplomática (já que qualquer curso superior é válido para prestar o CACD);
desenvolver a compreensão dos elementos básicos da formulação e execução da política externa brasileira;
iniciar os alunos nas práticas e técnicas da carreira.
No Curso de Formação (cujo nome oficial é PROFA-I, Programa de Formação e Aperfeiçoamento - obs.: n~o sei o motivo do “I”, n~o existe “PROFA-II”), os diplomatas têm aulas obrigatórias de: Direito Internacional Público, Linguagem Diplomática, Teoria das Relações Internacionais, Economia, Política Externa Brasileira, História das Relações Internacionais, Leituras Brasileiras, Inglês, Francês e Espanhol. Há, ainda, diversas disciplinas optativas à escolha de cada um (como Chinês, Russo, Árabe, Tradução, Organizações Internacionais, OMC e Contenciosos, Políticas Públicas, Direito da Integração, Negociações Comerciais etc.). As aulas de disciplinas conceituais duram dois semestres. No terceiro semestre de Curso de Formação, só há aulas de disciplinas profissionalizantes. O trabalho no MRE começa, normalmente, no segundo ou no terceiro semestre do Curso de Formação (isso pode variar de uma turma para outra). É necessário rendimento mínimo de 60% no PROFA-I para aprovação (mas é praticamente impossível alguém conseguir tirar menos que isso). Após o término do PROFA-I, começa a vida de trabalho propriamente dito no MRE. Já ouvi um mito de pedida de dispensa do PROFA I para quem já é portador de título de mestre ou de doutor, mas, na prática, acho que isso não acontece mais.
Entre 2002 e 2010, foi possível fazer, paralelamente ao Curso de Formação, o mestrado em diplomacia (na prática, significava apenas uma matéria a mais). Em 2011, o mestrado em diplomacia no IRBr acabou.
Uma das atividades comuns dos estudantes do IRBr é a publicação da Juca, a revista anual dos alunos do Curso de Formação do Instituto. Segundo informações do site do IRBr, “[o] termo ‘Diplomacia e Humanidades’ define os temas de que trata a revista: diplomacia, ciências humanas, artes e cultura. A JUCA visa a mostrar a produção acadêmica, artística e intelectual dos alunos da academia diplomática brasileira, bem como a recuperar a memória da política externa e difundi-la nos meios diplomático e acadêmico”. Confira a página da Juca na internet, no endereço: http://juca.irbr.itamaraty.gov.bpt-bMain.xml.
Para saber mais sobre a vida de diplomata no Brasil e no exterior, sugiro a conhecida “FAQ do Godinho” (“FAQ do Candidato a Diplomata”, de Renato Domith Godinho), disponível para download no link: http://relunb.files.wordpress.com/2011/08/faq-do-godinho.docx. Esse arquivo foi escrito há alguns anos, então algumas coisas estão desatualizadas (com relação às modificações do concurso, especialmente). De todo modo, a parte sobre o trabalho do diplomata continua bem informativa e atual.
MEUS ESTUDOS PARA O CACD – http://relunb.wordpress.com
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2020.06.27 12:47 didx Comment immigrer au Canada? Pouvez-vous aider ce pauvre rêveur?

Bonjour, Brasil!
Vou dar uma breve explicação antes de chegar nas perguntas... em meados dos meus 22 anos (±6 anos atrás), tinha o objetivo de ir tentar a vida no Canadá, meu primo fez isso e teve sucesso, mas ele tinha uma vantagem financeira que eu não tenho... Não tenho mais contato direto com ele.
Aí aconteceram os acontecimentos dos últimos seis anos, o que dificultou bastante. Entrei e saí de vários empregos – esde empregos "descartáveis" (em centrais de atendimento), concurso público (passei em um municipal da prefeitura daqui), até estágio em uma multinacional alemã (T-Systems) – e não estou nem um pouco mais perto de alcançar meu objetivo... Quem diria que trabalhar no Brasil não é garantia de sucesso, não é mesmo?
Eu amo o Brasil, sonho com um Brasil melhor, mas é um daqueles relacionamentos extremamente tóxicos, faz mal pra minha saúde física e psicológica, e não dá mais pra fingir que tem jeito de dar certo... Não cabe a mim arrumar o Brasil e eu desisti de tentar.
Então, hoje, como se dá o processo de imigração canadense?
Pretendia ir através do CSF, mas esse programa foi extinto. Cheguei a pesquisar universidades (a principal que encontrei, que tinha acordos de intercâmbio, foi a McGill) e estudar os processos de intercâmbio, transferência e imigração, mas não deu certo na época e eu deixei pra lá... Nem cheguei a entrar em contato com universidades nem consulados, por medo do fato de ser brasileiro fechar portas.
Minha paixão acadêmica são as Ciências da Computação, e me parece que lá é um mercado em expansão... Insistir no sonho de ser bem sucedido no Brasil é um caminho certo para o fracasso, não tenho dúvidas, e o meu medo de morrer de fome aqui é maior do que o de sofrer preconceito no exterior. Sei o básico de C, C#, Java e Python, tenho um curso de SQL pra começar, também, e estou estudando durante as férias (acabei de concluir o primeiro semestre)... Estou no caminho certo? Devo ir atrás de outras linguagens além ou no lugar dessas?
Sou fluente em inglês desde a infância, e conheço um pouco de francês; estou estudando a língua franca por conta própria através do Duolingo e alguns canais do YouTube. Claro, não é o caminho ideal, mas nada no Brasil é ideal, como demorei para entender...
Um anúncio no Instagram me mostrou uma palestra sobre esse tema, que ocorrerá na próxima segunda, 29/06, mas sei bem como se dá o marketing digital, o foco é invariavelmente "acessos", e não informar o público, então, apesar de pretender assistir, quero ter acesso às informações direto na fonte. No entanto, tem um limite para o que posso encontrar sozinho.
Onde posso buscar mais informações? Podem me ajudar?
Qualquer ajuda que puderem me dar será imensa, e serei eternamente grato.
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2020.05.22 17:17 diplohora Brasil-EUA/USA Historia das relaçoes

Brasil-EUA/USA Historia das relaçoes

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  • Os EUA🇺🇸 foram, em 1824, um dos primeiros países a reconhecer a independência brasileira🇧🇷 e a estabelecer relações diplomáticas🤝 com o Império do Brasil. Em seguida, os dois países abriram legações – representações diplomáticas de nível inferior ao de embaixadas – em Washington e no Rio de Janeiro. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ O Tratado de Amizade, Navegação e Comércio, assinado por Brasil🇧🇷 e EUA🇺🇸 em 1828, estabeleceu a "paz perfeita, firme e inviolável e sincera amizade" entre os dois governos e seus cidadãos. Em 1905, os dois países elevaram o status de suas legações a embaixadas. A embaixada do Brasil🇧🇷 em Washington🇺🇸 foi, assim, a primeira embaixada brasileira no exterior, inicialmente chefiada por Joaquim Nabuco. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Em 1876, o imperador Dom Pedro II fez a primeira visita de um chefe de Estado brasileiro aos EUA🇺🇸. Em 1936, Franklin Delano Roosevelt fez a primeira visita oficial de um presidente norte-americano ao Brasil🇧🇷, e, em 1949, Eurico Gaspar Dutra foi o primeiro presidente brasileiro a realizar visita oficial aos EUA🇺🇸 durante seu mandato. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ #CACD #CACD2020 #cacdista #cacdistas #politicainternacional #políticainternacional #diplomacia #politicaexterna #políticaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #relaçõesinternacionais #relaçoesinternacionais #diplomata #IADES #Cespe #Cebraspe #concurso #study #studygram #estudar #atualidades #Itamaraty #BrasilEUA #EUABrasil #relacoesdiplomaticas #embaixadadoBrasil #Brasilnomundo #BrasilnosEUA #EUAnoBrasil14w
    • 📷falbuquerq São quase 200 anos de relacionamento. Óbvio, com seus altos e baixos, concordâncias e discordâncias, mas acredito que, históricamente, um relacionamento de confiança mútua14w1 likeReply
    • 📷geografo_concurseiro_cacd Interessante ressaltar que antes mesmo do estabelecimento das relações diplomáticas oficiais entre os Estados Unidos e o Império do Brasil em 1824, o governo norte-americano instalou a primeira representação diplomática em território brasileiro (1815) no Recife (atual consulado do Recife), constituindo-se na primeira representação diplomática daquele país no Brasil, mesmo antes do grito da independência e da legação no Rio de Janeiro. Outra questão interessante, é que em 1817, o então Cônsul norte-americano (Joseph Ray), apoiou publicamente a Revolução Pernambucana, abrindo sua residência para líderes da revolução.
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2020.05.22 11:57 diplohora Embaixadas e consulados (2018)

Embaixadas e consulados (2018)

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➡️No exterior🌏, as repartições do Itamaraty são chamadas “postos”. Há 3️⃣ tipos básicos de postos: a embaixada, responsável pelas relações bilaterais🗣 entre o Brasil🇧🇷 e o país onde está instalada (motivo pelo qual sua sede sempre está localizada nas capitais); a repartição consular, responsável pela realização de atos notariais e de registro civil📜, pela assistência a brasileiros no exterior🆘 e pela concessão de vistos🛂 a estrangeiros que queiram vir ao Brasil🇧🇷; e a missão ou delegação credenciada junto a organizações internacionais🌐, como a ONU e a OMC. . ➡️O Brasil🇧🇷 tem 225 postos no exterior, localizados em 140 países. São 139 embaixadas, 71 repartições consulares (incluindo 52 consulados-gerais, 11 consulados e 8 vice-consulados), 12 missões e delegações e 3 escritórios no exterior (o escritório de representação em Ramala🇵🇸, o escritório comercial💰 em Taipé e o escritório financeiro💵 em Nova York). Em países onde o Brasil🇧🇷 só mantém embaixada, a embaixada possui um setor consular, o que faz da rede consular brasileira uma das maiores do mundo🗺. . ➡️O Brasil🇧🇷 tem relações diplomáticas universais e mantém relações diplomáticas com 196 países, incluindo a Santa Sé🇻🇦. Brasília abriga 135 embaixadas estrangeiras, o que a torna uma das principais capitais diplomáticas🗺🤝 do mundo em desenvolvimento. Há no Brasil🇧🇷 mais de 250 repartições consulares estrangeiras que prestam serviços consulares📑 a seus nacionais e emitem vistos🛂 para brasileiros. . #cursoCACD #CACD #politicainternacional #PI #diplomacia #politicaexterna #IRBr #relacoesinternacionais #diplomata #Cespe #atualidades #Itamaraty #embaixada #consulado #relacoesdiplomaticas
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2020.05.01 00:26 JorgeAmVF Covid-19: Consulado do Brasil em Lisboa organiza sexto voo para repatriar brasileiros

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2020.05.01 00:24 JorgeAmVF Covid-19: Consulado do Brasil em Lisboa organiza sexto voo para repatriar brasileiros

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2020.03.03 21:16 OBonner Dicas/recomendações/conselhos/histórias de intercâmbio

Estou a procura de dicas, conselhos, recomendações e, até mesmo, de histórias de pessoas que fizeram intercâmbio/foram morar em outro país/fizeram mochilão.
Eu sou estudante de Engenharia e no mês de março farei um intercâmbio para Hamburgo, Alemanha, pela faculdade e irei estudar na faculdade técnica de Hamburgo.
Eu queria saber das pessoas que já foram pra lá em situações parecidas, ou até mesmo em situações não parecidas (destino diferente, motivo diferente, etc) quais foram as maiores dificuldades que vocês encontraram para morar fora do Brasil por um tempo?
Eu ficarei no mínimo 6 meses por lá. Eu falo inglês muito bem (inclusive estou matriculado nas aulas em inglês), fiz alemão por cerca de 1 ano e meio há um tempo e retornei os estudos esse ano (aqueles que conhcem um pouco da língua sabem que esse período de tempo não é suficiente para dominá-la). A minha ideia é estender o intercâmbio para o ano inteiro, mas algumas coisas ainda me mantêm com medo de fazer isso. São elas:
1 - Dinheiro. Eu não tenho bolsa de custeio para ficar lá, minha universidade aqui apenas paga a universidade lá e nada mais. O euro sempre foi caro, mas agora parece bem mais. Na experiência de vocês, é fácil arrumar algum emprego para se sustentar lá (nada muito luxuoso)? Que tipo de emprego geralmente univertários e/ou estrangeiros conseguem? Até eu adquirir certa proficiência na língua alemã eu ficarei no inglês, existem bastantes empregos que aceitam apenas a língua inglesa?
2 - Língua e amigos. A minha ideia principal é usar o intercâmbio como maneira de aprender a língua alemã (uma língua extremamente díficil de se aprender sem contato com alemães). Alguns amigos que moram na minha república já fieram intrcâmbio para a Europa pelo mesmo edital e todos voltaram sem falar um "a" da lígua do países em que foram, isso porque só saíam e se enturmavam com intercambistas qu não falavam a língua do país. Minha preocupação é não conseguir aprender a língua e ficar fechado entre os intercambistas que para lá forem. Na experiência de vocês, os europeus (principalmente, os alemães) são amigáveis e receptivos? O que fizeram para ficar mais em contato com os nativos e menos com os brasileiros (que estão por todo lugar)? Quais dicas você que já foi para o exterior daria para si mesmo antes de ir para o exterior aprender uma terceira (ou outra) língua?
3 - Burocracia. A princípio eu não preciso emitir visto aqui no consulado do Brasil. Chegando na Alemanha e junto com minha carta de Aceite da faculdade e cotrato de aluguel da moradia estudantil, eu recebo uma permissão de moradia no país até o período final do meu contrato. Mas passado esse tempo da permissão, quando tempo ainda posso ficar no país? Vocês tiveram problemas com esse tipo de documento/visto/permissão? Se eu estender o intercâmbio, posso também estender o contrato do aluguel, mas caso não consiga, que tipo de visto consigo tirar estando por lá para permancer até o final do ano? Para trabalho, é necessário algum tipo de visto?
Por fim, eu gostaria de dicas para morar na Europa. Eu sei que preciso abrir uma conta em algum banco alemão assim que eu chegar lá, mas não conheço nenhum. Eles têm bancos digitais como aqui (inter, nubank)? Qual a melhor maneira de transferir dinheiro do Brasil pra lá com as menores taxas?
Outra dúvida que eu tenho é sobre operadora de celular. Minha operadora não cobre nada fora do Brasil, qual operadora vocês conhecem com algum plano bom para períodos menores do que um ano?
Dicas sobre o dia a dia também são super bem-vindas. Vi um post de uma pessoa que foi pra Irlanda e ela falava onde comprar roupas mais baratas, etc.
Obrigado pela ajuda. Se soubrem de outro sub em que seria interessante postar isso, por favor, me contem
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2020.02.14 01:24 consultorseobiz Como tirar uma carteira de motorista internacional?

Como tirar uma carteira de motorista internacional?

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Neste tópico você irá descobrir como tirar uma carteira de motorista internacional. Essa é uma dúvida que muitos brasileiros possuem e alguns nem imaginam que ela pode ser uma necessidade quando vamos ao exterior.
É muito comum quando um brasileiro viaja para o exterior alugar um veículo para economizar em possíveis despesas com táxis ou com aplicativos de mobilidade. No entanto, é importante solicitar a sua permissão internacional para dirigir (PID) ou a Tradução Juramentada da sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Para solicitar a PID, o cliente precisa entrar em contato com o órgão de trânsito de sua cidade, solicitar a permissão internacional para dirigir e, em seguida, pagar uma taxa de emissão. No próximo tópico vamos abordar mais sobre o tema de valores e preços.
O prazo de entrega pelo Detran é mais de uma semana e os valores também vão ser bem mais caros. Pensando nisso, existe a possibilidade de fazer a Tradução Juramentada da sua CNH. Caso o cliente ligue para a Fast perguntando como tirar uma carteira de motorista internacional, informamos sobre o serviço de Tradução Juramentada.
A Tradução Juramentada, para quem não sabe, é o processo de tradução para que um documento estrangeiro tenha validade no Brasil ou para que um documento nacional tenha validade no exterior. Para saber mais sobre o que é Tradução Juramentada, clique aqui agora mesmo e veja o nosso artigo sobre o assunto!
Seguindo adiante, o cliente é informado sobre esse processo e descobre duas grandes vantagens para solicitar este serviço:
A primeira é em relação a valores. Realizar a Tradução Juramentada terá um valor mais em conta do que solicitar a PID diretamente ao Detran.
Já a segunda vantagem está diretamente ligada ao tempo. Como informamos, o prazo de entrega pelo Detran demora mais de uma semana. Já com a Fast Translation, a entrega ocorrerá no prazo de 1 dia útil (dependendo do idioma) e você nem precisa sair de casa para solicitar ou receber o documento ( mais informações serão apresentadas no próximo tópico).
Tanto a Fast Translation quanto o Detran não podem informar ao cliente se será necessário realizar a PID ou Tradução Juramentada da CNH ou se o país de destino irá aceitar o documento. O aconselhável é entrar em contato com o Consulado do país pedindo tal informação para não ocorrer possíveis problemas.
De acordo com as leis, a Tradução Juramentada ou a PID serão necessárias apenas em casos de estadia maior de 180 dias, mesmo assim é aconselhável realizar um desses trâmites para evitar possíveis transtornos no país desconhecido.
O estrangeiro que necessitar de uma Tradução Juramentada CNH português também pode entrar em contato com a Fast Translation através dos seus canais de atendimento.
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2019.11.20 19:31 niennak Mudanca de nome em consulado brasileiro no exterior

Oi pessoal,
Moro nos EUA e fiz a transicao aqui. Quero atualizar meus documentos brasileiros o mais cedo possivel, mas nao sei quando terei a oportunidade de voltar ao Brasil. Alguem sabe se e possivel fazer isso em consulado brasileiro aqui nos EUA? Consulados oferecem varios servicos de cartorio, mas nao achei nada sobre mudanca de nome.
Obrigado!
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2019.10.29 22:01 williambotter Estudantes brasileiros pedem ajuda do consulado para sair da Bolívia após protestos

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2019.09.24 16:10 chiselplow O consulado Brasileiro em Nova Iorque

O consulado Brasileiro em Nova Iorque submitted by chiselplow to brasil [link] [comments]


2019.09.15 20:36 dukeofsaopaulo Libertários brasileiros demonstram apoio a Honk Kong em frente ao consulado Chinês, em SP

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2019.08.29 20:58 RoderickBurgess Employees of the Brazilian Consulate in Santander, Spain, played Fascist Anthem while yelling from the windows they would kill all Spaniards, as a group of people protested outside against Bolsonaro's policy of destruction towards Amazon.

Brazilian government officials are getting into a total Nazi-crazy genocidal mode.
Link in Portuguese:
https://jamilchade.blogosfera.uol.com.b2019/08/29/ativistas-acusam-consulado-brasileiro-de-tocar-hino-fascista/
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2019.08.29 17:13 upside-down51 Ativistas acusam consulado brasileiro de tocar hino fascista

Ativistas acusam consulado brasileiro de tocar hino fascista submitted by upside-down51 to brasil [link] [comments]


2019.08.22 22:11 lais_miranda02 Itália é o país que mais concede cidadania a brasileiros Rotunno Cidadania

A Itália é um país que abre caminho para imigração internacional. Entre os países da União Europeia, foi que mais concedeu direito a cidadania (46%) a brasileiros nos últimos anos. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (Istar), este número ainda irá aumentar, pois 112 mil brasileiros estão na fila para obter nacionalidade italiana. Por 10 anos, Portugal foi o maior emissor de cidadania a brasileiros e conforme os dados de 2016 e 2017, perdeu o posto para Itália.
📷A especialista em processos imigratórios e advogada de direito internacional, Gabriela Rotunno, explicou que para tirar cidadania portuguesa, não há limitação geracional, se todos os ascendentes estiverem vivos, porém na falta de algum ascendente, a transmissão se limita a duas gerações. A italiana, por outro lado, não possui essa limitação. Essa é a grande justificativa para a alta demanda de processos nos últimos anos.
Não se sabe, entretanto, se continuará tão fácil assim conseguir a cidadania italiana. No último dia 3, o senador e presidente do comitê especial para assuntos de relações exteriores, Vito Petrocelli, apresentou proposta de alteração de regras para o processo de cidadania. “Há pessoas que têm poucos e distantes ascendentes italianos, mas que nunca colocaram os pés na Itália e que não falam italiano. É preciso verificar a persistência de suas ligações com a Itália, que não pode ser baseada apenas na descendência”, disse ele. A justificativa do parlamentar para isso é que só assim a legislação italiana irá se “equiparar” a dos países da União Europeia.
Segundo Gabriela Rotunno, a discussão é válida, no entanto, dificilmente terá aprovação no Senado Italiano. “A cidadania italiana jus Sanguini está prevista na constituição italiana e para revogar ou limitar a mesma só será possível com a mudança constitucional. Uma lei que passe a exigir o idioma e domínio da cultura para conceder o reconhecimento da cidadania por sangue afronta a constituição, porque desconfiguraria o instituto do jus Sanguinis. Trata-se de mais uma tentativa de frear os direitos dos oriundi, colocando os mesmos no mesmo patamar de imigrantes que não são italianos. Os descendentes são italianos desde o dia da sua concepção, conforme a constituição italiana, só necessitam do reconhecimento do estado. Considero muito importante a apropriação da cultura e idioma italiano para que o cidadão viva sua condição de forma plena, mas isso não pode ser uma imposição legal”, disse.
Como saber quem tem direito a solicitar? Qualquer pessoa que tenha descendência italiana e que o antepassado não tenha aberto mão da nacionalidade, pode requerer cidadania italiana. Outra forma de solicitar é casando-se com um italiano, também conhecido como Naturalização por casamento. Estudos apontam que cerca de 15% (30 milhões) da população do país, tem a possibilidade de dar entrada ao processo. Em São Paulo, quase metade da população estaria apta à nacionalidade italiana.
Como funciona o processo para solicitar cidadania italiana? É preciso reunir os documentos do antepassado que vai transmitir a cidadania. Se a família não tiver guardado, algumas empresas de busca de documentos prestam esse tipo de assessoria, pois é possível ter que ir buscar na Itália. Com os documentos registrados e traduzidos, o próximo passo é escolher qual dos três caminhos devem escolher: via Consulado, via processo judicial ou fazendo todo o processo na Itália (via comune).
Quanto custa para o processo de cidadania? No caso do processo de cidadania italiana via judicial, o valor médio varia entre R$ 13 e R$ 17 mil. Realizando diretamente na Itália, o valor total, considerando despesas de viagem, hospedagem e alimentação podem chegar a mais de R$ 40 mil.
O valor via consulado no Brasil custa, em média, R$ 9.500
Qual o prazo para o processo? O caminho mais rápido é através das Comunes (Prefeituras) na Itália. O processo gira em torno de 4 meses para conclusão. Já a Cidadania Italiana via judicial, é necessário aguardar o prazo legal de 730 dias, além da tramitação do processo. Ao todo, o prazo varia entre 2 a 3 anos. O caminho mais longo acaba sendo através do consulado da Itália no Brasil. A fila chega a 15 anos.
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2019.08.22 04:11 lais_miranda02 Passaporte Italiano 4doc

Agora que você já conquistou a cidadania italiana, está na hora de fazer algo muito importante: emitir seu passaporte italiano. Você sabia que segundo o ranking da Henley & Partners, é o quarto mais poderoso do mundo? Isso, porque permite acesso a 187 países sem a necessidade de visto. O que significa que você pode conhecer 96% do mundo sem burocracia alguma. Aposto que está ainda mais animado para emitir seu documento.
Aprenda agora tudo o que precisa saber sobre o passaporte italiano e faça a emissão de forma muito mais rápida e assertiva.

Como é o passaporte italiano?

Desde 2006, os passaportes italianos estão funcionando com dados biométricos. Sendo assim, o documento de viagem é uma mistura de passaporte de papel e eletrônico. O objetivo dessa mudança é de autenticar a cidadania, além de garantir a segurança e entregar facilidade com programas de liberdade de visto consular.
📷

Quem pode solicitar o passaporte italiano?

√ Cidadão italiano (por nascimento ou aquisição)
√ Inscritos no cadastro consular geral responsável pela sua cidade
√ Cidadãos que tenham registrado no Consulado Italiano toda as alterações de estado civil que ocorreram; morte do cônjuge; nascimento de filhos menores e alteração de endereço.

Quais os documentos necessários para emitir o passaporte italiano?

Os documentos para a emissão do passaporte italiano podem variar de consulado para consulado. Mas, basicamente, para cidadãos italianos, maiores de idade e sem filhos, são solicitados:
» Formulário de pedido de passaporte, que deve ser preenchido no Consulado Italiano e assinado na frente do funcionário
» Duas fotografias 3,5 x 4,5, recentes com fundo branco
» Documento brasileiro válido e com foto com no máximo 10 anos de emissão
» Passaporte italiano anterior, se houver
» Comprovante de residência recente no nome do requerente
» Taxa consular correspondente a € 116 (data base: 2019)
*Na falta de algum desses documentos, o agendamento é cancelado e só será possível marcar novamente quando estiver tudo em ordem.

Qual é o passo a passo para emitir o passaporte italiano?

Entenda agora tudo o que você precisa fazer para emitir o seu passaporte italiano. Preparamos uma lista no estilo “check list”, portanto, conforme for concluindo um passo, vá para o outro. Dessa forma, estará otimizando o processo e conseguirá seu documento muito mais rápido.

1º Passo

Assim que seu processo de cidadania italiana for aprovada, você precisa realizar o agendamento no consulado responsável pelo território onde mora para que consiga emitir o passaporte.
O agendamento é feito APENAS pelo sistema eletrônico. Alguns consulados ficam sobrecarregados com o número de solicitações, o que pode atrasar o processo. Em São Paulo, já está sendo praticado o agendamento via Whatsapp. É realizada uma vídeo-chamada com o requerente, onde serão confirmadas algumas informações. Caso esteja tudo certo, a entrevista é marcada. O mesmo acontece com Porto Alegre.
Nos demais consulados, é preciso entrar no site e responder algumas questões antes de conseguir o agendamento. Entre elas: número do passaporte e validade (se tiver), número do RG e data de emissão, número de celular, escolaridade, profissão, cores dos olhos, etc.

2º Passo

Comparecer ao Consulado Italiano na data marcada com todos os documentos solicitados e com a taxa de emissão.

3º Passo

Esperar o passaporte italiano ficar pronto. Em geral, em São Paulo e em Porto Alegre, a emissão é instantânea. Em outros consulados, pode variar de 7 e 70 dias.

Como funciona o passaporte italiano para menores de idade?

Caso você tenha um filho, saiba que ele só poderá emitir o passaporte caso tenha autorização assinada pelo outro genitor também. Caso o outro responsável não esteja presente no momento da entrevista, é preciso apresentar uma autorização assinada e reconhecida em cartório.

Qual é a validade de um passaporte italiano?

O passaporte italiano para maiores de 18 anos tem validade de 10 anos. Para crianças de até 3 anos, três anos de validade. Dos 3 ao 17, cinco anos de validade.

Quanto custa o passaporte italiano?

O passaporte italiano custa € 116 . Sendo € 42,50 do passaporte e € 73,50 de taxa administrativa. O valor deve ser pago em cartão de débito ou boleto bancário, dependendo do Consulado, no dia da entrevista. O recomendado é que o requerente leve um cartão de débito por precaução, por conta de mudanças inesperadas na cobrança.

Como renovar o passaporte italiano?

Se você é uma pessoa que viaja muito, deve ficar atenta quanto a validade do seu passaporte. Alguns países exigem validade mínima de 6 meses antes do vencimento. Por isso, fique atento, quando a validade for menor que isso, faça a solicitação para a emissão de um novo documento.
📷

Onde emitir o passaporte italiano no Brasil

No Brasil são 25 cidades que você pode emitir o passaporte. Confira a relação completa da cidades, com endereço, telefone e email dos vice consulados e consulados italianos no Brasil.

Como emitir o passaporte italiano na Itália

A única forma de emitir o passaporte italiano na Itália é se você for um residente do país. Ou seja, precisa estar inscrito como residente em uma das cidades.
É possível solicitar agendamento pelo site do Departamento de Polícia ou comparecer pessoalmente ao local. Os documentos para a emissão são, basicamente, os mesmo que para a emissão no Brasil: formulário preenchido, documento de identidade válido, comprovante de pagamento da taxa e duas fotografias. O custo é o mesmo também.
O prazo para entrega varia entre 15 e 20 dias e pode ser entregue diretamente no endereço na Itália, caso seja feito um pagamento de uma taxa de € 8,20.

Emitir o passaporte sozinho ou assessoria?

Caso você não queria enfrentar burocracias e quiser agilizar todo o processo, o recomendado é que contrate uma assessoria. Se você ainda está em dúvida, confira e entenda se vale ou não a pena contratar assessoria para cidadania italiana.
📷

Conheça a 4 Doc e receba ajuda para emitir seu passaporte italiano

A 4 Doc é uma empresa de tradução de documentos simples e juramentada, com forte no idioma Italiano que pode te ajudar a emitir de maneira rápida e segura seu passaporte italiano. Nossa empresa possui expertise em cidadania italiana e garante sigilo e discrição quanto aos materiais dos clientes. Oferecemos soluções eficazes e modernas para você e sua família.
Telefone/Whatsapp: (13) 99734-0924.
Endereço: Av. Ana Costa, 311 – Conj. 93 e 94 Gonzaga – Santos – SP – 11060-001 Peça orçamento pelo site.
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2019.08.22 04:09 lais_miranda02 Certidão Negativa de Naturalização (CNN) 4Doc

A Certidão Negativa de Naturalização (CNN) é fundamental para quem está levantando os documentos para solicitar a cidadania italiana. Este documento comprova que o antepassado que está transmitindo o direito a cidadania não se naturalizou brasileiro quando imigrou. Se você está na fase de levantamento de certidões, não deixe de ler o texto de hoje. Aprenda a emitir a Certidão Negativa de Naturalização em menos de cinco minutos.
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Entenda a Certidão Negativa de Naturalização

A Certidão de Naturalização pode ser positiva ou negativa. Negativa, caso o parente não tenha se naturalizado e positiva, caso o parente tenha se naturalizado. Caso isso tenha acontecido, por ter “aberto mão” da nacionalidade italiana, passa a ser somente brasileiro. Dependendo da data em que o filho deste parente tenha nascido, você pode perder o direito a solicitar a cidadania italiana.
» Nascimento de filho antes da naturalização: no momento do nascimento, o pai/mãe tinha o status de cidadão italiano, portanto, a cidadania foi transmitida.
» Nascimento ocorrido depois da naturalização: no momento do nascimento, o pai/mãe já era brasileiro (a) Sendo assim, a criança é filha de um brasileiro e não possui direito a descendência.

É possível recorrer em casos de Certidão Positiva de Naturalização?

Caso o nascimento tenha ocorrido após a naturalização, não.

Como descobrir se o antepassado se naturalizou?

Primeiro de tudo, converse com seus parentes e pergunte sobre o histórico familiar. Depois, você irá precisa fazer uma busca do registro do Governo, através do Ministério da Justiça.

Como emitir a Certidão Negativa de Naturalização

A Certidão Negativa de Naturalização pode ser solicitada pelo site do Ministério da Justiça. Você irá precisar preencher alguns dados como nacionalidade, motivo da solicitação e grau de parentesco. Na busca, é importante que você use todas as variações de grafia do nome encontrado nas certidões (italianas e brasileiras).
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Depois de emitir a CNN, você precisa autentica-la. Uma nova página irá vai aparecer. Você vai precisar colocar o número de protocolo da CNN, a data e a hora da emissão. Todas estas informações são encontras no próprio documento da CNN.

Quanto custa a CNN?

A Certidão Negativa de Naturalização é emitida gratuitamente pelo site do Ministério da Justiça.

Quanto tempo demora para a CNN ser emitida?

A CNN é emitida no momento da solicitação.

Recomendações para a Certidão Negativa de Naturalização

Assim como os outros documentos e certidões pedidos pelo Consulado Italiano para dar entrada ao processo de cidadania, a Certidão Negativa de Naturalização também deve ser traduzida por um tradutor juramentado e com apostila de Haia (uma espécie de reconhecimento de firma).
A 4 Doc tem na equipe os principais tradutores juramentados do país. Para facilitar o processo para o cliente, tudo ocorre via internet, com o menor custo e com o menor prazo do mercado. A empresa também realiza o serviço de apostilamento. Além disso, podemos te ajudar em todo o processo de cidadania italiana.

O que é a Non Rinuncia?

O Attestato Consolare di non rinuncia (certificado consular de não-renúncia) é um dos documentos obrigatórios para o processo de cidadania realizado em comune italiana. É emitido pelos consulados italianos comprovando que um cidadão ítalo-brasileiro renunciou formalmente a cidadania italiana naquele consulado.
A non rinuncia deve ser solicitada em todos os consulados das localidades por onde a família residiu. Ou seja, se sua família morou em São Paulo e no Rio, você precisa formular o pedido nos dois lugares.
Ao contrário da CNN, que você irá precisar imprimir e apresentar junto com os outros documentos, o Non Rinuncia vai do Consulado para o Comune direto.

É comum encontrar casos de renúncia?

Não. raríssimas as vezes italianos renunciaram a cidadania italiana.

Qual é a diferença da CNN e da Non Rinuncia?

Basicamente, o CNN é um documento que mostra que o italiano não se naturalizou brasileiro, enquanto o documento de non rinuncia mostra que o italiano não renunciou a sua origem.
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Conheça a 4 Doc

A 4 Doc é uma empresa especializada em tradução simples e juramentada para diferentes idiomas e em assessoria de processo de cidadania – desde separação de documentos, apostilamento de Haia, apoio na entrada no consulado de destino, além de investigação e busca de certidões presenciais com historiadores profissionais.

Entre em contato agora

Telefone/Whatsapp: (13) 99734-0924.
Endereço: Avenida Ana Costa, 311 – Conjunto 93 e 94, no Gonzaga, em Santos
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2019.06.29 12:14 ChicagoBoy2011 Não pega a senha (consulado Brasileiro em Washington)

Não pega a senha (consulado Brasileiro em Washington) submitted by ChicagoBoy2011 to brasil [link] [comments]


2019.05.07 23:53 consultorseobiz Para que serve a Tradução Juramentada?

Para que serve a Tradução Juramentada?
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Normalmente, há dois meios que necessitam a Tradução Juramentada. O primeiro, se trata de documentos brasileiros que precisam ser apresentados no exterior. O segundo, se trata de documentos estrangeiros que precisam ser utilizados no Brasil. Ambos os processos podem necessitar de tradução juramentada ou de procedimentos além da tradução juramentada que serão descritos a seguir.
Os documentos brasileiros que precisam ser apresentados no exterior normalmente precisam ser acompanhados de tradução juramentada, e, além da tradução juramentada, em alguns casos é necessário fazer algum procedimento externo como apostilamento, reconhecimento de firma e/ou legalização consular.
Teoricamente todo documento que vai sair do Brasil para ser apresentado em outro país precisa estar apostilado ou legalizado via consulado. O apostilamento é uma forma de legalizar um documento brasileiro que será apresentado em um outro país, ele é feito pelos países signatários da Convenção de Haia. Esta convenção se trata de um acordo entre diversos países para facilitar o uso de documentos entre eles, são relações diplomáticas que facilitam o desenvolvimento de todas as nações. Este apostilamento é um selo que o cartório coloca no documento que será apresentado no exterior (no Brasil, o CNJ [Conselho Nacional de Justiça] é o órgão responsável por fiscalizar os apostilamentos, este nomeou os cartórios, civis e tabelionatos, para emitir os apostilamentos). A legalização consular é um selo que o consulado do país de destino, no Brasil, anexa ao documento original e/ou tradução a fim de comprovar que aqueles documentos são autênticos.
Em resumo, teoricamente todo documento brasileiro precisa ser traduzido de forma juramentada e ser legalizado via consulado ou apostilado para ser apresentado em outro país. Destacamos sempre que existem diversos casos e que todos devem ser confirmados com o solicitante ou o consulado do país de destino, pois, como empresa de tradução, não podemos informar sobre documentação necessária para um determinado processo, apenas traduzimos a documentação enviada.
Há diversas situações em que é necessário realizar tradução juramentada de documentos brasileiros. Dentre eles, estão exemplos como: Reconhecimento de cidadania italiana, estudos fora do país, imigração, casamento ou trabalho em outro país, entre outros. Em reconhecimento de cidadania italiana por exemplo, é necessário realizar a tradução juramentada em italiano de todas as certidões brasileiras a serem utilizadas no processo. Em uma pós graduação, é necessário fazer a tradução juramentada dos documentos que comprovem sua graduação. Em uma imigração, é necessário traduzir diversos documentos que comprovem toda a vida do solicitante para o consulado do país de destino.
Os documentos estrangeiros que precisam ser utilizados no Brasil obedecem ao mesmo processo, porém, em ordem contrária, precisam estar apostilados ou legalizados via consulado em seu país e origem para aqui no Brasil, serem traduzidos de forma juramentada.
Teoricamente todo documento estrangeiro a ser utilizado no Brasil precisa estar legalizado ou apostilado em seu país de origem, para que assim, possa ser traduzido de forma juramentada.
Após o documento estrangeiro original ser apostilado ou legalizado via consulado, e ser feita a tradução juramentada, pode ser necessário também fazer o registro no CDT (Centro de Distribuição de Títulos e Documentos). Este órgão microfilma todas as páginas e anexa ao original e tradução juramentada.
Assim, o documento estrangeiro com sua respectiva tradução juramentada pode ser utilizado no Brasil em qualquer órgão, entidade, empresa pública/privada ou outros.
Fonte: https://traducaojuramentada24h.com.bo-que-e-traducao-juramentada/
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